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quinta-feira, 22 de março de 2012

É não...

Perguntaram se maracuGina não seria com J.

Fui chegar e... não, é com G mesmo.





=)


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Cara...

... eu queria escrever muita coisa. Mas qualquer coisa que eu diga pode parecer que é direcionada (e é mesmo) e eu não sei se a pessoa me perseguiu até aqui. Então, deixa.

Mas, porra, eu tenho que comentar uma coisa:

Putaquepariu, tem gente que tem cara de puta maluca que não presta mesmo, né? Tá na cara que não é boa coisa! Tá na cara que é maluca! 

Daí eu só me pergunto: Por que eu não escutei o meu 6º sentido???
E a resposta vem como um raio, rápida e clara:  Porque tudo nessa vida é aprendizado.


Pois que seja.
Pra mim foi.
Pro outro lado, acho que não. Porque se continua dando murro em ponta de faca e fingindo que não. Triste isso, não?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Já disse que eu sou maluca?

Mas, afinal de contas, quem não o é?

O caso é que eu sou meio que psicótica quando cismo com alguma coisa. Mas, entendam: sou muito relapsa na maioria das vezes, então, por favor, não considere que eu dizer que "cismo" significa que eu cisme com tudo. Na verdade, bem longe disso.

O caso é que, né, quando eu cismo, sai debaixo.
Não adianta dizer "ah, você tá errada... "
Não, eu não estou.
Eu só vejo um pouco além. Eu adianto, eu pondero.

O caso é que quase ninguém pensa ou considera como eu o faço. Na verdade, as pessoas têm essa tendência a achar que tudo vai dar certo no final - e ainda completam com "se ainda não deu, é porque ainda não chegou ao fim".

Então, Poliana do mundo real, deixa eu te mandar um papo reto:

O fim de tudo é a morte. Então, porra, ou você tá achando que a saída é efetivamente a morte ou ainda não se deu conta o quão furada é a sua teoria.

Pois então.
A única coisa que eu quero realmente comentar é que, se em algum momento eu chegar para você e disser "olha, eu acho que as coisas são assim e que o resultado de A + B é a gente vai se fuder bonito", acredite em mim. Sério. Eu não tô sendo pessimista. Eu simplesmente já sei.

E vida que segue.

PS.: Esse post já estava na minha mente há séculos, mas eu ainda não havia colocado aqui. E vale pra um monte de coisas - desde fatos cotidianos da minha vidinha nada divertida até considerações sobre malucos-psicóticos-virtuais que fingem que não me perseguem nem que invejam a minha vida. Hum hum ... Sei... Senta lá, Claudia! 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Daquelas coisas...

Não, não é post inspirado.
Nem é um post que tenha um objetivo claro. 
É só que... eu preciso escrever. Daqueles dias onde se tem milhões de coisas para organizar (e acho que organizar é muito pior do que fazer, de fato) e a eu não quero (não vou dizer "a gente" porque sou eu mesma, sem tirar nem por).

Comecei o ano longe. Longe de tudo. Longe do que tenho, do que me cerca, do que amo, do que me irrita.

Mas comecei perto de mim.
E vi que certas coisas independem dos demais, do que me cerca, do que amo e do que me irrita. São, essencialmente, eu. E que é aí que mora o perigo.

Aprendi a não por a culpa nos demais. Daí o negócio ficou sério, porque o meu egocentrismo aflorou ainda mais e eu comecei a achar que tudo acontecia a partir das minhas escolhas, meus caminhos, minhas respostas. Fui de um extremo ao outro. Porque há aquelas pessoas que sempre procuram terceiros para por a culpa de tudo que lhes acontece. Nunca assumem que são as suas escolhas, seus caminhos e suas respostas que fazem o seu caminho. Isso é triste, muito triste. Porque são essas pessoas que vão sentar na sarjeta e chorar, dizendo que o mundo sempre está contra elas. Isso é triste e pessoas assim me irritam muito.

Daí para que eu não me transformasse numa dessas, parei de lamuriar a minha sorte. Tá, no auge da TPM eu ainda sou a maior sofredora do mundo e o Universo conspira contra mim, mas aí já era pedir demais, né não? 

Enfim.
Eu fui ao extremo. O que também é ruim. Porque eu entrei na paranóia de achar que se eu pensasse mal de alguém o mal viria contra mim. Que se eu fizesse uma cosita de nada erradinha, a Lei do Retorno viraria tudo contra a mim e que meu fim seria a de vilãs das novela das 8h (quando o mundo ainda punia os malvados, né...)

E isso também não dá. Porque eu não tenho alma de monge e achar que tudo de errado dá errado e vida que segue. Então, imagina o ódio que começaria a desenvolver contra a minha pessoa se realmente achasse que tudo depende de mim.

E daí estou a cata de um equilíbrio. Se é que isso é possível. 

Faço o que acho que tenho que fazer. Se consegui, tudo bem. Se não, amém!

Viver um dia de cada vez, essa é a meta.
Isso é fácil.

O difícil é deixar de lado o meu "ah, deixa pra depois" que sempre está presente. Porque eu sempre quero deixar pra depois. Sempre acho que depois vou ter tempo.Sempre quero acreditar que meu dia amanhã vai ter 48 horas e que se eu dormir as 24 horas do dia de hoje vai estar tudo bem.

Eu não faço análise porque não adianta que os outros me digam o que tenho que fazer. E acho que é perda de dinheiro ir lá pra falar tudo o que eu penso se eu já sei as merdas que faço e o que tenho que fazer efetivamente. 

Tenho umas 5 pessoas morando dentro de mim (acho que fizeram um livro sobre isso). Não, não é nada demais, mas é para que você entenda, Zuzu, que eu sei as merdas que faço. Umas das 5 dentro de mim vai apontar a erro e qualquer uma das outras vai dar um puta esporro. Eu sei disso. A prática, a prática é que é o problema.

E é essa prática que deverá ser trabalhada a partir desse ano. Esse amadurecimento que tem vindo aos poucos e que eu tenho que vivenciar.

Pois é.
Tempos difíceis me aguardam.

Esperemos. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Como eu sobrevivi a 2011?


Porra, taí, eu não sei.
Quero dizer, acho que é porque não levei certas coisas tão a sério, porque eu gritei quando fiquei com raiva, porque aprendei que mais 5 minutinhos embaixo do edredom pode fuder o planejamento de um dia inteiro e me dei conta que comprar sapatos é muito bom, mas manter o controle pode ser melhor ainda (tá, comprei sapatos pra caramba, mas me controlei mais... hahaha)


Vamos ver o que eu levo desse ano para o que se inicia, né não, para que eu não caia nos mesmos erros de sempre... 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Os Mais Filhos da Puta de 2011


Cara, sou alguém de memória curta. Só porque é final de ano, só porque eu tô de bem com a vida, não consigo me lembrar de todos os FDPs que me furaram o olho. Acho que é esse desprendimento do ódio e do rancor que faz com que a minha cútis seja tão maravilhosa... hahahah

Mas podemos citar alguns:

- O Diabo da Tâsmania, que ganhou um post só para si.
- O Louco que Se acha Dono da Verdade - que não foi comentado, já que aconteceu no final do ano e ainda não sei se poderei comentar.

E, no final do ano, entrando pro roll temos aqueles que não tem a hombridade de enfrentar as coisas de frente, né, e mandam outras pessoas fazerem o seu serviço.

=)

Ah, mas agora eu posso relatar o caso de um ser que se julga muito melhor do que os outros e que num Conselho de Classe quase me atacou por não concordar com as suas argumentações. Pior. Chegou a insinuar que se há um número relevante de alunos reprovados em determinada matéria a culpa é do professor que leciona tal matéria. Simples assim. Me explica, Bial, como é que alguém que está lá na frente, dando aula, vivenciando a nossa vida, pode ter esse pensamento e ainda expressá-lo para os demais professores, com um dedo quase que acusador?

Isso que dá as pessoas se acharem melhor do que os outros só porque fazem uma Pseudo Faculdade de Direito...

Olha, mas quem sou eu, né mesmo, para achar alguma coisa. Hoje em dia eu não acho mais nada.

Do dia que trouxe uma maluca para a minha vida


... enquanto eu tô ali morrendo de frio,vai rolar umas melhorias no quarto da Torre. E como eu tenho muita bugiganga fui intimada a empacotar tudo. Super divertido...

E com isso eu me lembrei de uma das maiores furadas que já me enfiei na vida: O dia que contratei uma "Personal Organizer".

Como foi?

Então, vamos lá.
Eu já tinha visto o ser em questão na clínica onde faço depilação. Uma mulher suuuuperrrrr simpática, que chama todo mundo de meu bem, que é todas sorrisos - o tipo de pessoa da qual eu fujo como o diabo foge da cruz... 

E ela me deu o cartão dela, sei lá o por quê. O caso é que eu disse que era interessante, porque eu precisava e que ligaria para ela.

E morreu aí. Viajei nas férias e no meio de Ouro Preto toca o meu celular e era a PRÓPRIA. Como assim ela tinha o meu celular?! Ah, sim, numa atitude nem um pouco ética a gerente da clínica o havia passado para a mulher sem a minha autorização. Mas... oi?

Sabe aquela coisa de ouvir a voz do coração para não se ferrar?
Então, eu não fiz isso e quando voltei para o RJ marquei da senhora vir a minha casa.

Daí ela falou que tinha ampla experiência, que faria tudo muito rapidamente, que era muito fácil e....

E quando ela falou o preço, Consorte até saiu de perto.
Mas, né, ela disse que o material estava incluído, que daria sachês, que colocaria tudo organizado por cores, modelos e afins. Então tá, né, vou pagar para ver....

E pois é.
Paguei pra me fuder.

Porque não, a mulher não deu o material. Eu o comprei (mas a frente, explico). E não, a mulher não separou ou organizou nada...Quero dizer, não o fez de uma forma lógica.

Gente.
Gente.
Ai, nem sei como contar tudo. Acho que nunca conseguirei passar tudo o que representou aquele ser dentro da minha casa. Eu não podia estar aqui, então ela ficava com a empregada da época, que era uma porta. Sei que elas se estranharam. A doida da "Organizadora" jogava tudo pelo chão, fazia uma zona e queria que a outra que trabalhava na casa parasse pra catar tudo e fazer tudo o que ela quisesse.

E ainda era mentirosa. Me dizia que era ela, a "Organizadora" que limpava os meus armários e afins. E, caramba, a mulher mal se aguentava em pé, andava de muletas e queria me convencer que subia na escada pra limpar os armários altos.

Me ligava para falar coisas nada a ver do tipo "passo o desinfetante azul ou o roxo nos armários?", só que foi burra o suficiente para tirar TODAS as etiquetas das minhas roupas que estavam para a venda e colocar no meu armário. Só pra localizar, Cara Pálida, eu visto G e as roupas eram PP. Sentiu o quanto a mulher seguia uma lógica?

E daí que a situação começou a ficar insustentável. A organização não era o que eu esperava, não via a lógica, via, simplesmente, ela enfiando as coisas em sacos e tirando da direita pra esquerda das estantes - coisa que eu também faço muito bem, obrigada.

E as histórias?
E as histórias que ela contava para todo mundo?
Gente.
Gente.

Dizia que já tinha sido muito rica, dizia que o ex dela era médico ou diplomata ou engenheiro. Sei lá, cada hora era uma coisa diferente.

E que ela não devia nada a ninguém. Que achava um horror pessoas mentirosas. Que era muito religiosa e rezava sempre.

Pois é.

Mas eu presto muita atenção a pequenos detalhes, como, por exemplo, além do valor que havíamos acordado eu tinha que dar o dinheiro da passagem dela. E na época ela me cobrava 10 reais por dia, porque, dizia "tinha que pegar 2 ônibus". Que fosse. Só que... ela tinha gratuidade. Eu vi o cartão do ônibus dela. Vê se pode...

E começaram outras mentirinhas a aparecer...
Quando ela fechou o valor comigo, disse que tinha uma "assistente". Logo, o valor de MIL DINHEIROS seria para 2 pessoas trabalharem, DANDO TODO O MATERIAL. Só que essa "assistente" nunca apareceu (por isso usava a empregada da casa como auxiliar) e o material foi comprado por mim.

Aguardemos.

Eu avisei a empregada que eu não queria nunca, jamais em tempo algum que a "Organizadora" ficasse sozinha casa. E a "Organizadora" nunca queria ir embora quando a empregada saía. Bem, até o momento não achei um solitário que ganhei nos 15 anos, mas tenho fé que o encontrarei...

E eram tantas coisinhas irritantes, tanta falta de organização, tanta mentirinha - ela não queria limpar os livros, a empregada de casa limpou tudo, mesmo contra a vontade da "Organizadora" e este ser super ético inverteu, dizendo que a empregada que se recusava a limpar e ela que teve que obrigá-la... Sentiu o naipe da pessoa? - que eu não aguentei e dei o serviço como acabado.

Só que esse tipo de pessoa não aceita ser contrariada... E apareceu um dia aqui em casa, porque ainda não havia acabado... O caso é que nesse dia, conversando, ela diz o seguinte:

- Você foi a minha primeira cliente.

MAS... OI?
O Ser Maldito dos Infernos se apresentou como sendo uma pessoa super experiente na área, com vááááriooooossss clientes e me manda essa? Muita coisa se explica na falta de organização dela, né não?

O caso é que mandei um mail para ela com o "feedback" do trabalho, com todos os problemas encontrados, com todos os gastos que eu tive, lembrando a ela sobre a "assistente" que ela havia prometido e nunca aparecido e outras coisinhas...

E tivemos a seguinte resposta a ela, com a tabelinha em questão:


(...)
            Sobre os valores finais:

Valores gastos por mim e que a principio estariam incluídos no valor do trabalho:
           
SACOS PLÁSTICOS  - 47,00
CONTEINERS   -    165,00
CAIXAS DE PAPELÃO - 27,00
NAFTALINA - 5,50
CABIDES – 7,00
PASSAGEM - 50,00
O valor que você pediu para que eu repassasse a minha empregada pela a ajuda no seu trabalho - R$ 120,00
O valor total: R$ 411,50
Eu já te depositei R$ 300,00.
        Havíamos fechado, a princípio, um valor de R$ 1000,00. Descontando os valores acima ficaria faltando R$ 278,50. Entretanto, por todos os problemas apresentados e considerando que foi o seu primeiro trabalho como Organaizer, quero depositar o valor de R$150,00 na sua conta. Peço que me envie os seus dados bancários e, como o valor deste mês será repassado a MINHA EMPREGADA , depositarei os R$ 150,00 no dia 10 de Outubro.
(...)

Gente.
Gente.
A mulher ficou absurdamente puta.
Puta mesmo.
Mas o que ela poderia fazer, se foi mentirosa, falastrona e sem nenhuma ética? Ah, sim, primeiro disse que não queria receber o valor. Que ela "não precisava". Só que aí lembrou das contas, né? E é melhor 150 do que nada... E mandou um mail todo humilde, agradecendo as críticas e passando o nº da conta dela.

E, sim, Zuzu, no meio de toda a confusão a Torre ficou parcialmente arrumada.Sem nenhuma lógica, mas arrumada.

Mas até hoje, quando lembro do caso, fico revoltada não com a "Organizadora", mas comigo - por não ter escutado a minha razão, ter pagado pra ver. Pois é, eu vi. Eu vi que me fudi no final.

Mas entre mortos e feridos salvaram-se todos.

E eu aprendi a lição: Organizadora na minha casa só se for da Discovery Home & Health, fazendo um programa de TV.

E tenho dito.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Por que, raios, você mudou de endereço de novo, mulher???


Eu já tive muitos blogs nesse mundo virtual de meu Deus. Porque eu gosto de escrever, sempre gostei, porque eu penso demais e porque tem coisas que definitivamente eu não posso falar no mundo real.

Quando criei o dipironasodica foi porque havia problemas de comunicação, vamos dizer assim, no meu blog antigo, o cascatino. Simplesmente conflitos a La recreio da 6ª série fizeram com que eu simplesmente fechasse a casa e procurasse novo domínio. De algo adiantou, mas nem de tudo. Porque maluco que é maluco sempre dá um jeito de continuar infernizando. Tá, eu sou doida, mas sou madura. Certas coisas eu não faço.

Então, no dipironasodica eu tinha alguns problemas técnicos – malucos aleatórios que queriam descobrir tudo o medicamento (desde se se podia dar pra recém-nascidos até seminários completos sobre o seu uso), e que, quando chegavam a meu blog e viam que não era nada daquilo, começavam a me xingar.

Além destes, tinha também os malucos cativos – alguns que conquistei sei lá como e também os que vieram do recreio da 6ª série. Uma coisa tão escrota, tão infantil, tão mimimi que até a minha pessoa cansou. Porque a pessoa me xinga, a pessoa faz posts pra mim, a pessoa cria perfil falso no twitter com o mail do Consorte, a pessoa vigia o meu Orkut (que agora é dominado pela minha sogra que adora jogar mini-fazenda e arrendou a fazenda de toda a família... hehehe) e, não satisfeita, vem destilar o seu ódio, inveja e sei lá mais o quê no meu blog. Pois é. Cansei.
Não que eu ache que o ser já não apareceu por aqui. Acho que sim, mas eu deixo, tem problema não. Só quero respeito. É o mínimo que a gente espera dos outros, né não? Mas sei lá. Tem gente que faltou a aula de boa educação, então, deixa quieto.

Pelo menos aqui no monitoris os doidos que querem saber os efeitos da dipironasodica não vão vir me xingar por eu não explicar o que acontece se você pingar o remédio nos olhos. ¬¬

O caso é que hoje em dia é difícil pra caramba conseguir um nome original e único. Havia pensado em voltar para o cascatino mas não tenho essa coisa de revisitar antigas habitações e quem vive de passado é museu, então, fui a caça de algo novo e me apareceu o monitoris...

O endereço vem do latim, e essa palavra dá origem a palavra monitor. Que a gente pode entender de diversas formas, mas eu só coloco aqui as que levei em consideração:


monitor |ô| 
(latim monitor, -oris, o que lembra, conselheiro) 


s. m.
Aquele que dá conselhos, lições, etc.
Pessoa que orienta ou toma conta de um grupo de crianças ou de alunos.
[Informática] Ecrã de visualização associado a um computador.
[Tecnologia] Aparelho, dotado geralmente de ecrã, destinado a verificar a qualidade de um sistema, por exemplo, de som ou de imagem.
[Náutica]  Espécie de navio de guerra de pequeno calado.

Dicionário que certas pessoas deveriam consultar antes de escreverem algumas merdas:


Preciso mesmo explicar cada uma das definições?

Não, né?
Obrigada.

=)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Demissão

Depois de 2 anos fui demitida. 
Ano passado estranhei, não saí de lugar algum. Esse ano me segurei pra não sair - mas ia sair em fevereiro, porque né, trabalhar 2ª feira de manhã é coisa de pobre - mas daí Deus é bom pra mim e fez com que tudo acontecesse como deveria ser. 

As pessoas pensam que sou pessimista. Mas nada disso. Eu tenho um radar, digamos assim. Eu sinto o que vai acontecer - e, claro, junte ao fato da pessoa aqui ter pedido redução de carga horária e ter dado o motivo... Tipo, deve ter ferido os brios de alguém eu ter preterido o colégio em questão por outro projeto... Vai entender... Ou não, né? Vai que eu fiz alguma merda muito grande que me passou despercebida. Você não imagina como podemos pensar que estamos fazendo tudo certo e estamos fazendo tudo muito, mas muito errado...

Com quem eu falei sobre o caso tomou um susto. Porque, aparentemente, não há problemas. E se há, continuarei sem sabê-lo. Porque é suuuuperrr divertido esses colégios absurdamente éticos onde o diretor manda o garoto de recado do DP fazer o serviço sujo porque ele sempre "teve que sair às pressas". Sei. 

Acho que, no momento, é isso que chateia. Porque você vai lá, participa, dá a sua opinião, a pessoa te vê diariamente, a pessoa passa por você 48 horas antes e tem a desfaçatez de mandar outra pessoa entrar em contato e te demitir. Seja homem, meu rapaz.

Bem, semana que vem estarei curando a depressão causada por este fato. 
Vocês vão ver o quanto estou deprimida... 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Considerações abertas

Eu não fui informada. Não conheço a história e nem sei até que ponto o que eu possa vir a falar ou comentar pode ter algo a ser relevado.

Eu sei que não sou uma pessoa fácil Nunca fui, creio eu. Mas a consciência do fato não se deu há muito tempo, é bem verdade. Porque na mesma proporção na qual acreditamos que a grama do vizinho é sempre mais verde que a nossa, achamos que somos infinitamente mais sensatos, compreensivos e sábios que os mesmos vizinhos. Pois é. 

O caso é que vi a história se desenhando de longe e pensei logo "essa porra não vai prestar". Graças a Deus em momento algum fui chamada a tomar partido. Pela parte que eu sabia dizia, ah, uma hora a pessoa aprende. Uma hora ela acaba caindo em si. É só parar de se dar desculpas, é só parar de criar desculpas para as atitudes dela. 

Mas eu não sei, né. 
Não convivo, não vivo e não vejo.
Só leio e acompanho.
De um lado e do outro lado.

Sim, acho que talvez alguém tenha pegado pesado demais na sinceridade - mal do que eu sofro aos baldes. Sei o que é isso e sei o que é não ver o mal que isso pode gerar - aos outros e a mim mesma. E eu estou trabalhando nisso. Sozinha, porque psicólogo é algo muito complexo. 

Porém, a pessoa que sofre com alguém que fala sempre a mesma coisa, que sempre acha que esta está errada e não aceita os argumentos de quem julga e tampouco considera justas as acusações e observações, deveria já ter dado um basta. Não quer perder a amizade? Ok. Se afaste. Não pergunte, não procure, não mande indiretas. Acho que isso é crescer. Melhor, isso é se auto-preservar. 

Ah, sim.
Pode mandar se fuder se a pessoa continuar. Mas sem descer do salto. Nunca desça do salto, porque não vale a pena. (Mentira, há momentos que pra se lavar a alma se precisa descer do salto e mostrar que a favela tá no sangue. Mas evite ao máximo, please)

E, sei lá, eu poderia ter dado a minha opinião aos dois lados, já que percebia o que se desenhava. Mas não o fiz. Acho que pessoas adultas deveriam se comportar como adultas - senta e conversa, porra. Não deu certo? Cada um para o seu canto. Não tem essa de se dizer amigo e por se considerar amigo aguentar tudo o que vem pela cara (e, olha, eu sou daquelas que mando a real na cara, viu...)

Só que foi-se.
A merda foi pro ventilador.
Não sei o que aconteceu, mas me parece que as coisas foram um pouco além das lamurias e discussões virtuais. Pois é. Saiu do virtual e caiu no real, fudeu. 

É, isso mesmo.
Falo de adultos.
Mas me sinto no recreio. Não, não é uma crítica. É uma realidade. Nunca deixamos de ser adolescentes, nunca nos esquecemos que aquela amiga a qual queríamos tão bem foi a mesma que furou o nosso olho assim que teve chance. Ou nós fomos essa amiga, não é mesmo? Fomos nós que nos consideramos muito superiores a Fulaninha, puxamos o tapete e ainda a empurramos escada abaixo... E só muito tempo depois é que a gente pode pensar "que merda que fiz, que coisa mais desnecessária..."

Ou não.
Porque às vezes, por pior que tenha sido a nossa atitude, foi a coisa mais certa a ser feita. É triste pensar assim, mas às vezes os abalos estruturais são necessários. Para que criemos novos valores, para que criemos novas realidades e novas metas.

Mas precisamos, sobretudo, de cuidado. Para que os embates não passem a ser rotineiros e cada vez mais cruéis, duros e injustos. Porque quando se chega a esse ponto é só estresse.  E estresse negativo, não aquele que te faz ir para a frente.

Acho que foi isso que aconteceu. Começou pequeno, começou como algo menor, virtual, como se as palavras não expressassem algo maior. E foi deixado de lado os sinais. E deu no que deu. 


Será que tem volta?
Não sei.

Será que vale a pena a volta?

Não sei. Porque há coisas que depois de quebradas nunca voltam a ser as mesmas, nunca se tornam inteiras, perfeitas, como eram antes.

Se isso seria uma pena?
Não sei. Porque exatamente estas mesmas coisas quebradas podem dar origem a algo novo, único e singular, muito melhor do que era antes,quando eram reproduções, histórias iguais a milhares de outras, mais do mesmo.

Só que há que se dar tempo ao tempo. Esperar que os males adormeçam, as ideias se esclareçam e as dores sejam mais brandas.

A partir daí, tudo pode acontecer.

Só quero que saibam que estou aqui, simplesmente torcendo para que o melhor seja a escolha para todos. E que se entenda que o melhor nem sempre é o que queremos ou que acreditamos nós, da nossa visão, do nosso lado, que seja o melhor.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

2011

Está quase lá... E esses últimos dias eu vou fazer um relatório com alguns causos que me ocorreram e eu acabei não explicando muito bem...

1) A mudança de endereço do blog

2) Por que eu nunca mais indico ninguém para trabalho algum
3) Planos e Projetos
4) Como eu sobrevivi a 2011
5) Os Mais Filhos da Puta de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

Se eu tenho o que falar?

Bah, se tenho!

Mas há alguns empecilhos:

1º) Se eu contar sobre o meu pc e os poltergeists que habitam nele (até o técnico chegou a essa conclusão. Sério), sobre o meu pára-brisa que tomou uma pedrada com 1 pedrinha de 2mm e se rachou todinho (tá, estava na BR040 a 160km/h, mas isso é detalhe, visto que dormia nas aulas de física. Beijo), sobre os malucos que fazem as coisas mesmo eu dizendo que não quero e depois dão chilique comigo e sobre chefes bipolares que me ligam aos berros porque não tinham mais ninguém por perto pra berrar, vocês vão dizer "Nossa, garota, como você reclama!". Então, não conto. 

2º) Há coisas bem legais por acontecerem, maaaassss eu prefiro contar quando elas realmente acontecerem e deixar todo mundo morrendo de invejaaaaa.... hahaha... Já separei o sal grosso, montei meu patuá, acendi a vela pro meu anjo da guarda e mandei rezar missa tudo pra garantir... hehehe... 

=) 

Final do ano ainda não conseguiu acabar comigo e a semana que vem é a última e mais pesada. Vamos ver no que vai dar!!! 

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Novo ano...


... aos 33 Jesus na cruz
E eu?
O que faço com esses números?

Cheguei aos 33 bem melhor do que estava quando tinha 23 e absurdamente diferente do que pensava que seria quando tinha somente 13.

E só posso dizer: Que bom!

Porque soube aproveitar o que me veio com os erros, com as dores, com os dissabores.

Deve ser muito ruim quem envelhece mas não melhora, não se aprimora, não cresce, simplesmente porque não consegue assumir que erra, que sofre, que é infeliz.

Os problemas não são simplesmente "coisas ruins" ou "mandadas pelos inimigos". Os obstáculos são a nossa chance de amadurecer e tirar ensinamentos.

Então, que me venham 33 mais e eu possa aprender e crescer sempre.

Porém que eu nunca me esqueça da menina que fui aos 13, a jovem que fui ao 23 e a mulher que me tornei aos 33... Porque muito mais do que planos futuros, somos a história que deixamos no passado...

=)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Daí que ...

... eu fudi o meu ombro. Acho que já contei isso aqui. Ou sei lá onde. Enfim. Ferrei o pobrezinho e ao que tudo indica foi por causa do pc mesmo. Ou então porque carrego o mundo nas costas, vai saber.

Bem, o caso é que tive que me render ao Pilates. Vamos ver no que dá. Porque tudo que é ligado ao físico costumo deixar de lado. Ai, quem quero enganar? Costumo deixar de lado tudo que me cansa... O que significa que já deixei o mundo de lado. Pois é.

É que eu não tenho muita paciência e a minha atenção é a mesma que de uma criança que sofra de TDA sem acompanhamento médico. Por aí o naipe da moça aqui.

E a mana foi lá pra casa dela e não, ainda não falei com ela. Estou me fazendo de durona, sabe como é. E alguém me perguntou "ué, mas você já não casou?".Casei. Por interesses escusos. Alguns deram certos e outros ainda estão no processo. Por isso tenho 2 casas mas não tenho a minha casa (graças a Deus, porque não nasci pra Amélia mesmooooo).

É longa, é complicada, é cansativa. Um dia eu conto sobre essa a minha vida nômade. 

E então estamos em final de semestre (e isso agrava - e muito - qualquer problema de saúde que eu tenha. Porque sim, eu sei que tudo está ligado ao maldito do estresse). E, porra, aluno tá ferrado, aluno tá com a corda no pescoço em ESPANHOL (presta atenção! É espanhol e o infeliz ainda não conseguiu passar!) e ele faz o que durante as aulas? Twitta. Entra no Facebook. Conversa com o amiguinho que tá mais fudido que ele. Faz festa na sala. Copiar a matéria que é bom, necas. Daí eu peço, eu falo, eu finjo que me estresso. Mas nem. Porque eu tenho que ir lá, né. Eu tenho que mostrar o meu serviço. E uma prova mais ou uma prova a menos, a essa altura do campeonato, não me faz muita diferença. Pra ele faz.Pois é. Eu já tentei argumentar isso. Mas a resposta é sempre "ah, espanhol é chato. É fácil. Eu vou passar". Então tá. Me explica como é que se passa com a média que certos seres estão que quem sabe me convenço. 

Olha, na minha época não era assim. Sério. Pode parecer papo de tia velha mas não é. Alguma coisa está muito errada na Ordem Mundial. Ainda não sei muito bem o que é. E não tô muito afim de descobrir isso agora. Fica pra posteriori. Mas vale a pena entender o que são esses adolescentes se fudendo e achando graça... 

Bem, coloquei wireless na torre. Não, não tem nenhum motivo profissional. Ou tem. Conto e você decide:

Coloquei wireless pra passar os arquivos do note para o pc e do pc para o note sem precisar de pendrive - o faço via mail. De um mail meu para outro mail meu e ainda coloco recadinhos para mim e me mando beijos e se cuida.

Tenho algumas opções para esse processo:

(a) Enxaqueca endoideceu de vez.
(b) Enxaqueca sofre de carência virtual, por isso se manda mails.
(c) Enxaqueca é totalmente desorganizada com os seus arquivos - e com a sua vida.
(d) Enxaqueca é o cúmulo de preguiça e ainda estreou uma nova classe de preguiça - a virtual
(e) Todas as opções anteriores.


Então, escolhe aê, Zuzu... 


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

{daqueles dias}

{o texto não foi relido porque se o fizesse, começaria a chorar e nunca que pararia. Então, releve qualquer problema de concordância, ortografia e afins, viu?}

Inferno Astral.
Sim, isso existe.
Porque, né, aniversário é sempre um final de um ciclo. E finais sempre são fortes - para o bem e para o mal.

Mas as coisas continuam e aniversários são também recomeços. E recomeços não são fáceis.

E no meio desse Inferno Astral minha irmã resolve casar.

Pois é.
Eu nunca quis casar.
Nunca mesmo.
Acho desperdício de tempo, paciência e dinheiro.

Ok, é seu sonho, Zuzu? 
Então, respeito o seu sonho, como respeito todos os sonhos.
Porém isso não significa que eu tenha que concordar e achar que casamento é a coisa mais importante na vida de uma mulher. Minha mãe não aceita que eu diga que o dia mais importante da minha vida será quando eu passarei para um Órgão Federal que não tenha nada a ver com Educação e eu possa tirar férias em março ou agosto - daí todo ano estaria logo ali na Europa...

Bem, mas voltemos.

Minha irmã vai casar e vai sair de casa. Tipo, tudo novo. Lá e cá. Porque né, agora volto a ser a única filha dentro de casa, mãe carente me enchendo o saco, querendo me paparicar, querendo conversar... E, gente, é a minha mãe, eu sei, mas por mais que eu ame a minha mãe, não sou o tipo de pessoa que quer falar quando chega em casa depois de um dia de trabalho com mais de 12 horas. Não, eu não quero que você me pergunte "como foi o seu dia?" e não, eu não quero mesmo saber o que foi que a vizinha do 403 falou sobre o vizinho do 401. O que eu quero é silêncio e dormir. E só. Mas não é fácil falar isso para minha mãe. Quero dizer, falar é fácil, fazê-la entender, isso sim, é impossível.


Então.
Daí que hoje - 48 horas antes do casório em questão - fiquei pensando que... porra! Eu ainda lembro da minha irmã toda ensebada saindo da sala de parto... Ela não pode estar casando! Porque, caralho, se eu lembro dela, se eu já tinha discernimento, significa que eu tô velha!

Temos 7 anos de diferença. Quando eu devia brincar de bonecas ganhei uma irmã e ela virou a minha boneca. Quando ela era pequena adorava maquiá-la só pra tirar fotos dela. Acho que vem daí a paixão dela por fotos. Paixão que hoje ela transformou isso em ganha pão

Mas isso já foi um precipício sem fim.  Tanto que quando eu tinha 17 anos e ela, 10, nos divorciamos e eu vim para a Torre Norte. Porque não temos o mesmo horário biológico - sou alguém que dorme cedo e acorda cedo e a Mana passa a noite acordada pra trabalhar ou qualquer outra coisa e dorme até à 1h da tarde sem problemas.


Daí que hoje não se tem nem tanta diferença de "mundos", por assim dizer. Tem gente que acha que nos levamos muito bem, visto que o "normal" seria que irmãs competissem, se odiassem ou sei lá o quê. Acho que as pessoas veem muito Rute e Raquel e ficam com isso na cabeça. 

Então, por mais que eu pense "ai, que palhaçada" sobre todo esse clima porque a Mana tá saindo de casa pra ir pra casa dela, sei que vai ser barra chegar em casa e não vê-la ad eternum trabalhando no pc, nem escutar quando ela estiver no telefone ou então largada no sofá da sala, falando com meu pai sobre o dia... 

É, vai ser foda. 
Vamos resumir assim.
Porque a Baixinha tá indo pra vida dela, pro sonho dela.

E que ela seja muito feliz!


terça-feira, 8 de novembro de 2011

~Tenso~

O momento atual.
Então, é final de ano.

E o meu mundo surta ainda mais nessa época. E tem o lance do vodu, né.

Pois é
Voduzaram o meu braço e eu não consigo ficar muito tempo digitando. Então, além do blog desatualizado tem as provas não entregues, as provas não corrigidas, as notas não passadas pro sistema... Enfim.

Torça por mim, Zuzu, que eu sobreviva... Porque dezembro promete! =S



terça-feira, 1 de novembro de 2011

Sina

Eu nasci pra ser princesa.
Tenho absoluta certeza disto, visto por todos os sinais que me cercam - minha pele e cabelo são maravilhosos, sou espontânea, amiga, divertida e sei me portar a mesa muito antes que qualquer um aprenderia a usar talheres.

Também odeio calor e fica no meio da plebe.

Então, me digam...

O que foi que deu errado, hein?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mas... oi?

Daí que eu poderia falar sobre muitas coisas - sobre sempre posso, bem verdade - sobretudo sobre as pessoas escrotas, as atitudes escrotas e como eu tô absurdamente cansada de tanta escrotice.

Mas, né, deixa pra lá.

Tem também o meu Inferno Astral que começou com o gás total e que já me fez chorar esmurrando o volante, chorar ao telefone com o Consorte, chorar quando dei uma joelhada na mesa do pc, chorar debaixo do edredom e... 

Mas, né, deixa pra lá.

Poderia contar sobre o vodu que fizeram comigo e, como consequência eu te ir ido pro Pasteur que só tem de diferente da UPA o valor do plano de saúde... 

Só que não.
Não vou falar nada disso.

Porque o médico suuuuperrr zen me passou um suuuuuupeeerrrr Vicodin e tá tudo rodando.

Então eu vou lá, dormir um pouquinho pra ver se volto pro meu eixo.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Palavras alheias...




"Em cada escolha
arriscas a vida que poderias ter;
em cada decisão,
perdê-la."
Richard Bach


" Aprende que paciência requer muita prática."
Autor Desconhecido


A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é, ou melhor, apesar daquilo que você é.
Victor Hugo


Não tenho certeza de nada, mas a visão das estrelas me faz sonhar.
Vincent Van Gogh


... que formam o meu momento.