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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Porque nunca mais indico ninguém para trabalho algum


Cara... esse post é longo, muito longo se eu fosse entrar em todos os detalhes. Então, vou resumi-lo ao máximo que der, ok?

Quando eu comecei a trabalhar fui logo pro suprassumo da coisa: aulas em empresa. Os professores acham isso “o máximo” mas é um saco. Porque você ainda trabalha pra um curso e é esse curso que ganha dinheiro. Você continua sendo burro de carga. Enfim, mas era o que se tinha para o momento.

Esse cenário é de uns 10 anos atrás, certo?
Então, nesse curso eu conheci a pessoa sobre a qual vou relatar. E simplesmente a chamarei assim, de PESSOA.

Eu e Pessoa nunca concordamos em muitas coisas mas o mundo é feito disso, de diferenças, então, vida que segue.

Porém, sempre a achei por deveras reacionária em certas ideias e, o que é pior, visão curta: tipo, o que eu penso é o certo e nada mais importa. Mas, né, essa era a minha visão e de outras pessoas. Sei lá até que ponto as coisas eram assim mesmo.

Pessoa tem um blog. Na época eu lia. Escreve bem. Se coloca bem. Estudou numa boa faculdade, gostava do trabalho. Essas coisas. Pelo blog, era normal, com vida social e bom discernimento das ideias.

O caso é que no ano passado estávamos conversando via MSN e ela me contou que tava na merda. Na merda mesmo. A mãe tinha falecido há algum tempo, ela estava sem emprego fixo, tendo de manter casa, cachorro, periquito e papagaio (porque Pessoa é dessas que prefere estar cercada de bichos. OK. Respeito. Melhor cuidar de bichos do que espancá-los até a morte. Mas lembrem-se, crianças, tudo que é demais é castigo).

A gente conversou muito pela net e eu pensei que Pessoa havia posto os pés no chão, encarado a realidade e entendido que certas teorias que estão no livro são isso – teorias. E na prática, a coisa é bem diferente.

Daí que eu trabalho num colégio particular bem light – diferente do que a gente vê por aí normalmente – com turmas pequenas e alunos, em sua grande maioria, calmos e educados. E eles iam precisar de professor meio que urgente. Lógico que eu falei que conhecia alguém e mandei o currículo de Pessoa.

E foi o princípio do fim.

Porque, né, como é que eu iria saber que o ser em questão era absurdamente surtado e não tinha noção de convivência mínima com o mundo?!

Uma coisa são ideias reacionárias, pensar que vamos mudar o mundo ao ensinarmos e que todos tem afã de aprender... Outra coisa é entrar em sala descontrolada, achando-se mais um adolescente, sentando na mesa, chamando os alunos de pestes e tacando estojo/apagador/e o que mais tiver pela frente em cima de alunos. Ah, sim. Depois ela dizia que “não era pra acertar”. Mas... oi?

Então, como eu teoricamente, era “amiga” do Demônio da Tasmânia, a coordenadora pediu que eu conversasse com ela. Sobre tudo. Desde a vestimenta ao comportamento. E eu fiz, claro, Pessoa precisando de emprego e em menos de um mês faz todas as merdas possíveis e as inimagináveis também???

E aí Pessoa ficou com cara de cu pra mim e só repetia que “ah, não foi nada”, “ah, a direção já resolveu”, “ah, não tem mais nenhum problema”. Só que no final do ano, a carta de demissão dela estava pronta, claro. Só faltava ser assinada e entregue. Porque foi uma loucura o quanto se teve de reclamação de pais e alunos no período de 2 bimestres. Surreal. Um novo recorde, quase. Conversei com a coordenadora, pedi que ela intercedesse que ela ia aprender, que ela ia melhorar... blá-blá-blá... A coordenadora intercedeu, porque gostava dela e ela ficou.

E veio esse ano. E, cara, a Pessoa não aprendeu. E ainda tinha o péssimo hábito de faltar por qualquer coisa – dor de cabeça, cólica, dor de garganta, falta de sexo, TPM – tudo era motivo.  E daí começou a chegar atrasada. 20 minutos, 10 minutos... Ou então, chegava no horário na portaria e ia pro refeitório pegar café... E se atrasava pra entrar em sala.

Até os inspetores começaram a sacanear: ela não chegava na hora? Dispensavam os alunos e trancavam a sala. E ela tinha que encarar a coordenação. E mais uma vez a coordenadora pediu que eu conversasse com ela...

E o que aconteceu? No blog dela, O POLITICAMENTE CORRETO, ela me escrachou. Algo do tipo “você só quer me fuder”. E eu só pensei “como se você precisasse de ajuda pra isso, né não?”. Depois disso não falei mais nada. Nem uma palavra, nem um conselho. Mandei um “Se fode aí” mental e nem a voz dela queria escutar porque me irritava. Na época pensei realmente que eu era a problemática e considerei sair.

Só que daí eu me lembrei de quando ela começou a dançar durante o Hino Nacional (porque estava num ritmo diferente, de samba) enquanto o Diretor dava esporro nos alunos por causa da bagunça e olhou pra ela com cara de “Que porra é essa?” e ela não se tocou nem um pouco da merda que estava fazendo e me dei conta que não, a desequilibrada e não adequada não era eu.

E as merdas dela continuavam. Pessoa era um trem sem freio na sua teimosia, ignorância e altivez – porque sim, ela achava que não havia ninguém melhor do que ela e que já havia aprendido a missa de cor e salteado.

Os atrasos continuavam frequentes, os embates com os alunos, também. E daí, mais uma vez, a coordenadora veio pedir que eu falasse com ela. E eu disse que não, que não o faria. E contei o que havia acontecido, que ela achava que eu falava as coisas de maldade, que eu só era negativista... e sabe o que a coordenadora me disse?? Que sim, que Pessoa já havia ido reclamar de mim! Presta bastante atenção: o ser que só faz merda, o ser que eu levei pra porra do colégio, vai lá na coordenação fazer queixa de mim.

Filha da puta, desgraçada, segundo “se fode aí” que leva da minha pessoa.

Mas... pode não parecer, mas eu tenho bom coração. Sou um anjo. Porque no 2º semestre eu queria diminuir a minha carga horária... E mandei um mail pra coordenação e disse “passa as minhas turmas pra Pessoa”.

Só que olha a surpresa no 2º semestre: a coordenadora que protegia o Demônio da Tâsmania pediu pra sair do colégio. A reunião de volta foi ela se despedindo. Daí que como eu não fazia mais o papel de garoto de recado, a coordenadora pediu que outro professor avisasse a Pessoa pra tomar cuidado com os seus passos.

Pessoa não durou 1 semana depois disso. Na 6ª feira seguinte foi demitida. E ela, ser esperto, inteligente, resolvido e culto foi falar com quem? Não, não comigo. Nem estava mais lá quando o fato aconteceu. Com os alunos, claro. Pois é! A pessoa vai chorar as mágoas com os alunos. Porra, leva na cara, na cabeça, toma rasteira e não aprende! Os mesmo que a fuderam é com quem ela vai se lamentar...

E o que eles fiezeram? Meteram logo no Facebook. Foi assim que eu fiquei sabendo. Realmente tomei um susto. Porque ninguém é demitido em agosto. Primeiro, porque é lei. O colégio tem que pagar uma puta multa se fizer isso (e eu nem sei se pessoa sabia que tinha direito a essa multa...). E segundo porque ela foi demitida sem ninguém pra colocar no lugar. Ligaram o foda-se pra essa parte porque ninguém mais aguentava a loucura da mulher no colégio.

O caso é que eu vi no FB e fui falar com o ser no MSN. Daí que me vem e diz “ah, você já sabe”. E eu expliquei que haviam colocado no FB.

E ela foi lá ver. Ok. Entendo que mulher é bicho curioso. Entendo que eu falei que estava lá, mas o ser não pode me culpar de tê-lo mandado ir ver. Foi porque quis. E os alunos, que a amavam, estavam esculachando mesmo, pegando pesado. Sabe por que pararam? Porque eu escrevi e dei um basta. Eu coloquei lá que ela estava tentando fazer o melhor e não era justo o que eles estavam fazendo. EU.ESCREVI.ISSO.

E o que ela fez?
Um post gigante me chamando de escrota (esse foi o tratamento mais meigo) e outras coisas. E eu só pensava: FILHA.DA.PUTA.MALUCA. Doida, ensandecida. A visão da Pessoa continua a mesma, acreditando que só o ensino público tem jeito. Ela só não levou em consideração que o colégio de onde havia sido demitida é quase uma extensão do público, porque a maioria dos alunos era bolsista de escolas públicas.

Ah. Que lindo foi o mail que recebi depois. Porque ela mandou um mail para todos do colégio, agradecendo, falando, se fazendo de A SANTA INCOMPREENDIDA... E a primeira pessoa a ser agradecida era... EU. A pessoa desgraçada sem rumo certo agradecia a mim por tê-la levado para o colégio.

Filha da Puta duas vezes!

Primeiro, por ser absurdamente falsa, por se fazer de boa moça quando na verdade achava que eu era a causadora de todas as suas dores. Segundo por lembrar aos que já haviam esquecido que ela tinha entrado no colégio por meu intermédio. Porque né, depois eu escutei (e muito) “ah, ela era sua amiga, então não dava pra falar...”.  Ainda bem que sempre consegui deixar bem claro que era minha conhecida e eu que eu não tinha a menor ideia de que ela precisava tomar remédio tarja preta para conviver em sociedade.

Depois ainda se teve a troca de alguns e-mails e eu terminei só desejando que ela tenha aprendido alguma coisa da experiência porque se ela continuar com o hábito de tacar coisas em alunos em colégios públicos vai sair de dentro de um deles num rabecão. Não sei se aprendeu. Porque pelos últimos posts dela no blog (sim, eu leio, sim, eu sou Stalker), ela tá cada vez mais achando que a certa é ela e o mundo INTEIRO é que é o ERRADO. Porra, isso é demais até para a minha cabeça.

O caso é que depois que ela saiu é que as histórias aparecem mesmo. Tipo, ela não seguia o conselho de ninguém mesmo. Professores que cansaram de tentar ajudá-la usaram dois adjetivos que a definem muito bem: “teimosa” e “imatura”. Só que, porra, depois dos 30 você não tem mais esse direito. Ou você aprende ou você aprende. Mas parece que o ser não quer mesmo isso. Então, pela terceira vez, se fode aí, com seus bichos e sua mania de perseguição.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Resumo da VIDA:

PUTAQUEPARIU

Quanto mais eu rezo, mais filhos da puta me aparecem pela frente.

Sério.
Eu tenho relevar, eu tento não me estressar, eu tento TUDO.
Mas daí alguém me fode, alguém faz o meu equilíbrio perfeito descer ladeira abaixo e minha harmonia interior não tem Feng Shui ou caralho a quatro que dê jeito.

Quem me conhece sabe que todos os estresses que eu possa ter, todas as crises de choro de ódio nas quais eu me descabele, todos os medicamentos intravenosos que eu tome por causa de estresse hoje, amanhã vão virar piada, post, comentário no FB, rapidinha no TWITTER.

Só que no momento, no momento, C-A-R-A-L-H-O eu queria só mandar alguém no mundo real ir TOMAR NO CU, tomar bonito e redondo, sem dó, sem piedade e sem vaselina!

E é isso.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Se prepara, mona...

... porque os analfabetos estão na pista me xingando de novo.

Cara, nada melhor para fazer meu dia ficar mais divertido do que ter comentários de anônimos para comentar com vocês.

Porque quem me acompanha sabe muito bem que a imbecilidade humana me diverte ao extremo.

Então, vamos lá.


Então, caro ser sem conhecimento de coesão e coerência textual...

Primeiro, quero esclarecer que eu não sou da sua família, portanto, não tenho rabo. Tampouco faço esses sons que você tentou representar com "huahuahua" já que deve ser algo da sua espécie, ou algo do gênero.

Depois, como já disse, te falta coesão e coerência. Tipo, repetição de ideias é algo que faz com que se perca muitos pontos em provas de redação. E você conseguiu ser redundante numa frase. Incrível, acho que é um novo recorde. 

E, claro, normalmente semianalfabetos sofrem do mal da falta de fundamentação da argumentação. Porque, né, não sabem interpretar o que leem e saem falando qualquer asneira que lhes vem a mente... Como eu ter inveja da Aguilera. Putz, acho que tenho inveja da conta bancária dela. De resto, é bonita. Mas não faz o meu tipo. 

Oi, sou loira natural e não uso calcinhas que diminuem 2 nºs do manequim!

E, para terminar, vá o senhor, ser sem ter o que fazer numa sexta-feira a noite, cuidar da sua vida. Tipo, vai dar na esquina o seu rabinho. Te garanto que você seria uma pessoa bem mais feliz.

Passar bem.

Beijos gordurosos dos culotes imaginários da Xtina para você!


Xtina gordinha eu relevo e entendo.
Malucos sem vida sexual ativa, eu escracho mesmo... 

Só pra não deixar passar mesmooo:

Sabe porque Christina Aguilera não canta mais "Genie in the bottle"?
Porque ela não consegue passar pelo gargalo... 

domingo, 30 de outubro de 2011

Domingos me deprimem

Ok, muita coisa me deprime, essa é a verdade e eu a assumo.

Mas domingos...
Caramba, se um dia eu me matar será num domingo.

Pior é que todo ano eu me prometo: não vou mais trabalhar às segundas. Que eu não trabalhe mais às segundas de manhã apenas - porque terei tempo de me curar do bode que se instala aos domingos.

Mas sabe como é, né, Zuzu, a vida de uma viciada em sapatos... Faço as contas, pondero, considero e reconsidero... E os sapatos sempre ganham...

E daí eu fico aqui, né.

Todo domingo é presenteado com um mau humor que chega a ser físico.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Cara...

... nada pior do que querer dizer poucas e boas maaaaaas.... não poder! Simplesmente, não poder. Daí a pessoa faz post sem sentido e não pode explanar pra ninguém. Porque, né, vai que... 

Enfim.

Quando a poeira sentar talvez eu conte.

Em outro blog, com outro nome e sem ligações com o ser aqui. Porque nunca se sabe, nunca se sabe.


Ai, que ódiooooooooooo mortal, Zuzu! Você nem imagina... 

>=S

domingo, 11 de setembro de 2011

#EuRi 2


Porque, né, desculpa, odalisca, mas há mais o que se fazer da vida... 

Interessante.
6ª feira estive com uma amiga que tem uma prima que foi amiga de certo ser há tempos... Se encontram numa festa junina (que eu não fui por princípios, mas isso é outra história das minhas loucuras...) E daí que diz que "sim, ela é falsa, fofoqueira, encrenqueira e invejosa. Sempre se faz de vítima e coloca os outros como os culpados".

E valeu, né! Poderiam ter me avisado e eu teria evitado alguns problemas.

Mas, vida que segue.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Daí que....

... você está de bem com a vida, alegrinha mesmo com milhões de contas pra pagar, acordou no horário, tudo dentro do esquema, o trânsito não está dos piores...

E DE REPENTE... a porra de uma luzinha que nunca acendeu começa a piscar no seu carro...

Tipo... Você não fugiu da auto-escola e sabe muito bem que essa luzinha significa PROBLEMAS COM ÓLEO e sabe melhor ainda que problemas com óleo é MERDA NA CERTA.

E agora, Zuzu, o que fazer se o se Consorte está no Cu do Mundo e seu super-pai está na Europa!?

Senta e chora!

Então, antes de sentar e chorar eu parei no posto. E o tiozinho me disse que o meu super-possante estava sem óleo. IMPOSSÍVEL. Eu sei que ele tá sem água naquele trocinho que a gente limpa o pára-brisa, mas sem óleo, nunca jamais. Paguei uma fortuna não tem muito tempo e estou sempre lá conferindo se ainda tô dentro do esquema. E eu estou. Plena consciência. Eu não lavo o carro, parece um ninho de rato, mas a mecânica está mais do que OK.

Pois é.
Contra fatos não há argumentos, e o fato é que a porra do carro estava seco. Daí já começo a pensar numa teoria conspiratória, tipo "há algum ser do mal roubando o óleo do meu carro" e fica eu e os dos moços do posto olhado pro filtro de óleo do carro - que está limpo, logo, não está vazando - pra porquinha que não estava frouxa, tentando imaginar o que aconteceu, até que eu vejo e...

- Ô, moço! Aquele buraco ali o que é?
- ??? Onde?
- Ali, ó?

E joga a lanterna num buraquinho maldito num lugar quase que inimaginável... E pára, analisa, considera e reconsidera... Mas no fina, chega-se a conclusão:

- Isso tá parecendo bala perdida...

E sim, tomei um tiro. Entrei pras estatísticas.

Daí vc diz, pô, Enxaqueca, mas foi o seu carro, não foi você!

Alowww... Meu carro é uma extensão de mim... Ou você realmente não se deu conta disso? Então, posso dizer que é o meu buraquinho:



Bem, então tá.

Daí que eu ligo pra família e atende a minha irmã:

- Aí, peraí, que a ligação tá ruim e eu tô saindo do Castelo (não lembro o nome)..
- Porra! E eu tô andando aqui no súburbio, com um monte de bolsas, parecendo uma mendinga andarilha!
- Ah, foda-se, problema o seu!

A minha família super que me apoia. Total compreensiva.
E fui lá falar com o meu pai. E tive que aguentar o portuga jurando que é impossível que o carro tenha tomado um tiro num lugar de tão difícil acesso.

Pois é.
Ele não sabe do caso de amor que Murphy tem pela minha pessoa...

Mas teve uma parte legal disso tudo!!!
=D
Relembrei a minha infância e andei de caminhão!

Ó lá embaixo um caminhão da SulAmérica Seguros, com um motorista amigo do Seu Sidney (o motorista que levou a mim e o meu carro)...


Então, e agora, o que faço eu?
Me viro em dinheiro pra pegar o carro no final do dia...
Ainda não sei muito bem como o farei.
Acho que vou vender meu corpo. Nem pode ser aqui na esquina, porque né, bairro pobre é uma merda e eu nem tenho dinheiro pra chegar na Zona Sul. É, Surfistinha, ainda não será dessa vez que viraremos colegas de profissão...

Aceito doações.
Quer a minha conta pra depósito, Zuzu?
(ei, essa última parte é sério. Aceito MESMO doações... Nunca faria A Orgulhosa numa situação dessas. Nem em nenhuma, é bem verdade. Dinheiro sempre me interessa)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

#FicaDica

Você pode mandar mensagens subliminares, dizer que está feliz, que ama a sua vida, que não se arrepende de nada, que não é o lado errado da história.

Você pode, realmente, dizer tudo isso. Querer fazer que os demais acreditem.

Só que você não se convence. Você sabe que algo está fora da ordem, que tem algo que não se encaixa e que sim, você fez escolhas erradas.

Então, se nem você se convence, como é que quer me convencer?

Ah, fala sério....

E sim, bipolaridade é doença. Assim como o é TPM. Então, vai se tratar, amiga...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sou uma pessoa muito bulinada...

Eu fui uma criança que sofreu muito, muito mesmo. Sempre sofri bullying. Bullying paterno. Não sei porque estou usando no passado... Eu SOFRO bullying paterno. Daí que dia desses eu estava saindo com a minha bota maravilhosa de montaria e...

- Onde é que é o rodeio?

Pois é.
Bem-vinda ao meu mundo, Zuzu.

Dia desses:

- Essa coisa de formol no cabelo é a maior babaquice que existe... e... 

E vem um discurso que me parece que fui eu que inventei a fórmula de alisamento com formol! 

Só que não é só o meu pai. Meu pai foi, na verdade, o meu estágio preparatório para o que viria a enfrentar no convívio com os seres humanos. E as pessoas tem essa mania de falar as coisas mais bizarras para mim. Nem me importo mais. Se eu tivesse realmente um gene psicótico, já teria entrado para os noticiários. Mas não. Eu só detesto gente no geral.

E, como você sabe, Zuzu, convivo com crianças e adolescentes - essas seres do mal que não deixam passar nada. Então, já perdi a conta de quantas vezes já escutei piadinhas relacionadas ao meu sobrenome - Jesus - e a cor do meu cabelo - que cismam que é vinho. Imagine o que quiser e com certeza eu já escutei.

Também já tomei esporro (!?) de aluno por ser muito alta, ficar em cima do tablado para dar aula e ainda me atrever a usar sapato plataforma. É que eu fico com mais de 2 metros e intimido os alunos - Gostou da explicação? Daí eu ri, fazer o quê, e comprei mas 3 platarfomas maravilhosas.

Mas quando a gente pensa que já ouviu de tudo, vem uma pirralha de 10 anos e diz super-empolgada em sua pré-adolescência:

- Olhaaa... seu cabelo é ruivo que nem o da minha madrasta!!
- Nossa, que legal!
- É, mas nela fica bom... - E cai na gargalhada. - Brincadeirinha, tá, tia!
- ¬¬


Enfim.
Pensei que esse fosse o fundo do poço. Mas o destino sempre me surpreende, né mesmo?

E dia desses estava almoçando e na minha frente estava sentado o sobrinho do Consorte, a coisa mais fofa e debochada que existe. Tem 3 anos e a gente já vê que não presta.

Eu estava sentada de costas para a janela e era um domingo de sol. 

E eis que de repente, sem que ninguém esperasse, o moleque me olha, aponta na minha direção, cai na gargalhada e diz:

- O seu cabelo está pegando fogo!
- ¬¬

Então tá, né.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

171


Estelionato
Art. 171 - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa.
§ 1º - Se o criminoso é primário, e é de pequeno valor o prejuízo, o juiz pode aplicar a pena conforme o disposto no art. 155, § 2º.
§ 2º - Nas mesmas penas incorre quem:
Disposição de coisa alheia como própria
I - vende, permuta, dá em pagamento, em locação ou em garantia coisa alheia como própria;
Alienação ou oneração fraudulenta de coisa própria
II - vende, permuta, dá em pagamento ou em garantia coisa própria inalienável, gravada de ônus ou litigiosa, ou imóvel que prometeu vender a terceiro, mediante pagamento em prestações, silenciando sobre qualquer dessas circunstâncias;
Defraudação de penhor
III - defrauda, mediante alienação não consentida pelo credor ou por outro modo, a garantia pignoratícia, quando tem a posse do objeto empenhado;
Fraude na entrega de coisa
IV - defrauda substância, qualidade ou quantidade de coisa que deve entregar a alguém;
Fraude para recebimento de indenização ou valor de seguro
V - destrói, total ou parcialmente, ou oculta coisa própria, ou lesa o próprio corpo ou a saúde, ou agrava as conseqüências da lesão ou doença, com o intuito de haver indenização ou valor de seguro;
Fraude no pagamento por meio de cheque
VI - emite cheque, sem suficiente provisão de fundos em poder do sacado, ou lhe frustra o pagamento.
§ 3º - A pena aumenta-se de um terço, se o crime é cometido em detrimento de entidade de direito público ou de instituto de economia popular, assistência social ou beneficência.
Então é isso, Zuzu.
Essa é minha vida. 
Como se ainda faltasse alguma coisa no meu rol de perseguições descaradas de Murphy.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Taquei pedra na cruz e fiz caipirinha no cálice sagrado.
E odeio kombis.
E, vem cá, por que será que tem gente que entra em comunidades do estilo "Sou Blogueiro" no Orkut se não consegue deixar de ser analfabelto funcional? Não entendo e não aceito.

Mas... enfim... Vivemos numa democracia... E se não consigo fazer com que as Kombis desapareçam, que os analfabetos funcionais desapareçam é ainda mais complicado...


Sem mais, subscrevo-me.

Dos chatos de plantão

Sábado fui com Consorte a um restaurante japonês que eu sempre vou com uma amiga do trabalho e ele já estava de bla-bla-bla e mimimi que ele nunca tinha ido etc e tal.

Mas o moço é chato, visto que a primeira coisa que diz ao chegarmos é... "Tá vazio". E eu KIKO, né? Enfim. Entrou com cara de poucos amigos, mas isso já é de costume... Mas depois da primeira leva ele já me deu razão - porque sim, o restaurante é muito bom mesmo... E não, antes que você pense, Zuzu, ele não é o chato de plantão do post. Tadinho, ele nem é muito chato... hohoho 

O caso começou quando estávamos lá, aproveitando o silêncio que só se consegue num restaurante vazio (graças a Deus, sem pirralhos à vista!) e me entram 3 pessoas que, com todas as milhares de mesas que poderiam escolher, escolhem bem a que está na nossa frente.

Até aí, morreu Neves... 

O caso é que, óbvio, tinha que ter um gordinho absurdamente CHATO no grupo. Daqueles que unem uma conversa com a outra e não dão tempo de obter respostas a suas perguntas e são donos da verdade e sabem sobre tudo. E, o pior, bicha enrustida, que gesticula ao extremo, que tem falsetes na voz e revira os olhinhos... E digo que é enrustida pelo seguinte: uma das pérolas dele foi dizer que "tinha estudado com váááááários gays e tinha vááááários amigos gays, mas que não, ele não era gay e não aceitava isso! Os respeitava, mas não aceitava, era anti-natural." Sei, hum... ¬¬ ... Louca pra dar e vem que dizer que é anti-natural, ah tá, senta lá, Claudia... 

Mas o caso (longe até de ser ou não gay, de ser ou não enrustido) é que gente assim me irrita: Gente que não sabe dialogar... Ou que, melhor dizendo, acha que DIALOGAR é o mesmo que MONOGOLAR (haha ... ó eu aí e os neologismos...). Mas entendeu, né, Zuzu? Houve a comunicação? Então, é isso que me importa.

Daí que além de chato, cheio das gordices e enrustido, o coitado era pobre... Porque pegou a calculadora para dividir direitinho e saber de antemão quando daria para cada um  o barquinho que iam dividir na mesa... 

E completa com algo do tipo: "quando eu tinha dinheiro, dinheiro sobrando mesmo, eu vinha aqui e ..." 

PAUSA:
O que você pensa de alguém que tinha dinheiro sobrando mesmo faria num restaurante japonês? Tá, não sei você, mas eu penso logo que comia um rodízio, no mínimo. Tô muito louca? Alucinei?
FIM DA PAUSA.

"... eu vinha aqui e comia um YAKISOBA e um CONE".

É sério.
Muito sério, que o a cara tinha que ser muito rico pra fazer essas coisas. Acho que só come um rodízio quando, sei lá, ganhar a Mega Sena da Virada ou algo que o valha. 

E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o cara era professor! Pronto! Por isso que nós somos tão pobres quanto os mendigos, né? Porque, nossa, tenho que estar muito rico pra comer um yakisoba... ¬¬

Olha, Zuzu, o mundo é grande e todo mundo é livre. Muito bonita essa teoria, porém, no meu mundo, se você não tem capacidade de conversar com os demais, sem misturar numa mesma conversa sobre vídeos do Youtube, Jornada nas Estrelas e como os seus alunos não param quietos e ainda comentar sobre a novela das 8 sem parar para respirar e numa altura que todo mundo que está a sua volta - e que não participa da conversa - consegue escutar os mínimos detalhes, você precisa de aulas de convívio social. Porque não se tem nada mais chato que tomar parte de algo que não te diz absolutamente nada, que não te interessa para nada e que não te acrescentará em nada. 

Pena que o mundo não pensa assim, sabe.
E sempre, sempre e sempre... Os chatos estão a minha volta.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Pena daquelas que não tem vida

Pois é... muita pena de quem não tem o que falar e... INVENTA... Triste isso, né não?

Se você não sabe falar, ZUZU, lembre-se que plágio é CRIME...
Deveria saber disso...

Mas...

Deixo duas frases para pensar:

O ódio é a vingança do covarde. 


Os homens de mérito não precisam cuidar da sua fama; a inveja dos tolos e dos petulantes se encarrega de propagá-la.

Então, passar bem covarde invejoso...

Pra começar bem o dia - mandando um monte de gente ir se foder

Sabe, adoro pessoas que me amam, que são meus fãs, etc e tal. E começar o dia vendo todo esse amor é tão reconfortante... 

Lamentavelmente, esse me fã não deve prestar muita atenção em mim, né não? 

Por causa de alguns motivos básicos:

(1) Não tenho pelancas. Queria entender porque as pessoas pensam que redução de estômago é igual a pelancas. Essa gorda que comentou é que deve estar cheia de estrias e celulites porque engordou e não se dou conta e colocou a culpa, sei lá, no namoro, e acha que todo mundo é igual. Seria bem mais interessante para a vida dela se parasse de preocupar com a minha vida e fosse tentar diminuir a pança, os braços e as pernas que não entram nem num jeans 48 LARGO... Mas comentar nos blogs alheios é mais fácil, né? Então, seja feliz por 5 segundos, eu te permito isso...

(2) Meu rosto é perfeito. Desculpa, tá, se nem linha de expressão eu tenho aos 32 anos (quase 33...) e se você antes de chegar a essa idade já tem a pele tão detonada - porque não se cuida, porque a pele é ruim, porque só usa maquiagem do Saara - que começa a achar que o mundo é igual a você. Desculpa, amiga, mas não é não. Ah, mas já tem uns tratamentos que - quem sabe, né? - possam te ajudar. Ah, putz... Esqueci... Você não deve ter emprego decente e não tem dinheiro pra essas coisas... E o SUS não cobre... Putz... 

Então, caríssima que faz comentários anônimos porque é covarde, não tem a vida que quer fingir que tem, nem emprego decente, nem dinheiro pra fazer algo mais útil que xingar aos demais em seus respectivos blogs, vá para PUTA QUE PARIU e finja que é feliz... Porque deve a-d-o-r-a-r fazer isso pras amiguinhas igualmente sem vida social ativa... 

AH SIM: Coloquei tudo no feminino porque, venhamos e convenhamos, isso é coisa de mulher mal amada, mal comida e mal resolvida com seus problemas. Daquelas que choram sozinhas escondidas embaixo do  edredom porque não se amam... 

Se foi um HOMEM que fez o comentário... Porra... Você é um PUTA VIADINHO que nunca pegou mulher na vida mesmo... Vai se tratar ainda mais rápido, viu???



E sim, Zuzu...
Um ótimo dia para você.

domingo, 17 de abril de 2011

Então

Sabe no que deu a necessidade de um Atestado Médico feito num Hospital Público, Zuzu?

Numa puta gripe! Daquelas que todo mundo está tendo.

Pois é.

Tudo bem, Murphy, pode me largar agora e passar a bola pra outro, por favor...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

E quando a gente pensa...

.... que começar um dia com dor de ouvido, dor de cabeça e dor de garganta como consequências de uma gripe incubada é o máximo de influência murphyana na vida de uma pessoa, não é que a máxima do Capitão Nascimento se faz presente?


Nada é ruim suficiente que não possa piorar.


Pois é. 
Depois que despenquei na saída de casa, a meio metro do meu carro, só olhei pra cima e pensei "porra, dá um desconto, né?" Juro que escutei uma risadinha infame vinda lá de cima.

Mas tudo bem.
Vida que segue.

Só preciso de um atestado de hospital público. HOSPITAL PÚBLICO, Zuzu. Eu tenho 2 planos de saúde pra não passar por esses perrengues... E, foda-se! Sérgio Cabral diz que tem que ser de Hospital Público. Queria só saber se quando ele tem lá as caganeiras dele e fica de cama também vai ao Hospital Público pra pegar atestado pra abonar a falta dele. 

Ah, sim.
E é mentira, ok? Nas UPAs não se tem todas as especialidades. Riram na minha cara quando pedi um ortopedista. Tipo, "alucinou, né, patricinha?"

Pois é.
Amanhã eu conto como acaba a minha aventura... 
¬¬


segunda-feira, 21 de março de 2011

Mas, sério, queria entender...

... por que tem gente que não consegue largar do meu pé e ainda acha que está certa.

Ai, Zuzu, isso é tão pátio de escola na hora do recreio....

Dá vontade de mandar um "Fala com a minha mão", sem dó nem piedade...

sábado, 12 de março de 2011

Acabou-se o que era doce...

... quem comeu arregalou-se.


Final de festa total.

Na casa da sogra sem internet e com a porra da coluna fudidinha. Mas tudo bem. A gente capota mas nao breca, Zuzu!

E tenho dito.

=)

ps: post feito graças ao meu celular foderoso. Carne Casas Bahia, te amo. :)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Confissão

Olá, boa noite, me chamo Danielli e sou uma acumuladora.


6 horas separando roupas e, adivinhe, não terminei.

E antes que você me venha com algum papinho do estilo, "ah, não pode ser tão ruim assim", pode ter certeza que sim, é.

É muito ruim, pior, muito pior do que você possa chegar a imaginar. 

Não consigo jogar coisas foras, não consigo me desfazer de coisas velhas, não consigo me livrar das roupas que usava quando vestia 64 - e agora visto 46/44. Sentiu o drama, né?


Estou passando pelo momento crucial de refazer caminhos, reorganizar idéias, mudar propostas e por em prática planos que estavam escondidos nas gavetas - sério, gavetas que reabri hoje e descobri que tenho como fazer funcionar.

Mas, para isso, tenho que encarar meus problemas, assumir a minha culpa e ver o que dá pra ser feito.

Acabei de entregar para minha mãe um saco pesando quase 10 quilos. E o que tinha nele? Roupas. Muitas, várias. E ainda tenho uns 20 quilos de roupa aqui. O que pretendo? Ainda não sei. Primeiramente, lavar. 

Depois, considerar que eu não tenho mais guarda-roupa, então, não tenho como ter tanta roupa mesmo.

Ah, sim.
Sou professora.
Acho que todo mundo sabe disso, né?
E o que é que professores tem pra caramba? Isso mesmo. Papéis. Papéis pra ca-ra-lho. E o pior é que juntando com a minha mania de não jogar papel fora... Sentiu, né? Tenho provas de alunos aqui de 2004. Cara! O moleque já terminou a faculdade e eu ainda tenho prova do Ensino Médio dele aqui. 



Pois é.

Por favor, alguém sabe onde há um grupo de Acumuladores Anônimos por aqui??

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Escuto as coisas mais bizarras do mundo. Pois é. E eu rio, fazer o quê? É que normalmente vem de gente que nem vale a pena discutir, não vai alcançar meu ponto de vista, não vai entender a bizarrice da colocação.


E final de semana desses teve festa aqui em casa. E veio a família - aquela que, graças a Deus, não convivo sempre. Ai, pessoas, eu não aguento gente a minha volta... Ainda mais gente que acha que eu tenho obrigação de amá-las. Alowww... Só amo quem quero.

Enfim.

E estava lá, eu, fazendo a minha social de 5 minutos, quando aparece uma tia que não vejo a séculos e pergunta por mim... a pessoa que está ao meu lado.

Ela tá aqui.

- Nossa! É você, Enxaqueca? Meu Deus, você está tão bonita que não te reconheci! Está tão diferente!!
- ... 

E o que eu faço?
Ora bolas, o que posso eu fazer?

Viro as costas e deixo o ser sem noção falando sozinho... Mas ainda a tempo de escutar alguém com mais paciência do que eu para lidar com pessoas mentalmente inferiores dizer:

- Mas o que é isso, ela sempre foi linda... Ela só emagreceu, isso não é coisa que se diga... 
- Ah, mas foi isso que eu quis dizer, que ela está magra, blá, blá, blá...

Olha, sinceramente, nem me abalo mais. Mas não dou atenção. Até com minha mãe já desisti de discutir. Não adianta. Estamos numa sociedade que acredita que a beleza está ligada a balança. E ponto final.

Mas eu não tenho paciência e não aturo mais.