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terça-feira, 17 de abril de 2012

Das coisas surreais...

... que eu vejo.

Dia desses, na Linha Vermelha, vi uma cobra. Sério, uma cobra verde, enorme.

Daí que sempre passo pela Linha Vermelha passo rezando, né. Para que não dê pane no carro e eu tenha que sair dele e encarar uma cobra. Porque são essas coisas que acontecem comigo.

Na verdade, mudei de carro também por causa desse medo.

Mas toda vez que passo pela Linha Vermelha lembro da cobra.

Era essa aqui, ó:

Oi, tudo bem? 
Sou bem mais dócil que aquela vagabunda
que acha que é amiga do seu marido!

E daí que hoje eu vi uma cena de novela:

Tinha um carro de gente rica parado no acostamento (eu tenho um carro de gente que se locomove. e só)  e havia uma garota andando pro lado oposto e e um cara com maior pinta de motorista indo atrás dela, falando alguma coisa do tipo "você tem que subir" e ela batia o pé e dizia que não voltaria e saiu quase que correndo e o tiozinho indo atrás dela. Bem ali, no meio da Linha Vermelha, aquele lugar super tranquilo e muito propício para fazermos caminhadas.

Daí que estou tão criativa nos últimos tempos que até já criei uma história para ela na minha cabeça.


Só não sei se ela vai encontrar com a cobra ou não.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Já disse que eu sou maluca?

Mas, afinal de contas, quem não o é?

O caso é que eu sou meio que psicótica quando cismo com alguma coisa. Mas, entendam: sou muito relapsa na maioria das vezes, então, por favor, não considere que eu dizer que "cismo" significa que eu cisme com tudo. Na verdade, bem longe disso.

O caso é que, né, quando eu cismo, sai debaixo.
Não adianta dizer "ah, você tá errada... "
Não, eu não estou.
Eu só vejo um pouco além. Eu adianto, eu pondero.

O caso é que quase ninguém pensa ou considera como eu o faço. Na verdade, as pessoas têm essa tendência a achar que tudo vai dar certo no final - e ainda completam com "se ainda não deu, é porque ainda não chegou ao fim".

Então, Poliana do mundo real, deixa eu te mandar um papo reto:

O fim de tudo é a morte. Então, porra, ou você tá achando que a saída é efetivamente a morte ou ainda não se deu conta o quão furada é a sua teoria.

Pois então.
A única coisa que eu quero realmente comentar é que, se em algum momento eu chegar para você e disser "olha, eu acho que as coisas são assim e que o resultado de A + B é a gente vai se fuder bonito", acredite em mim. Sério. Eu não tô sendo pessimista. Eu simplesmente já sei.

E vida que segue.

PS.: Esse post já estava na minha mente há séculos, mas eu ainda não havia colocado aqui. E vale pra um monte de coisas - desde fatos cotidianos da minha vidinha nada divertida até considerações sobre malucos-psicóticos-virtuais que fingem que não me perseguem nem que invejam a minha vida. Hum hum ... Sei... Senta lá, Claudia! 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Daquelas coisas...

Não, não é post inspirado.
Nem é um post que tenha um objetivo claro. 
É só que... eu preciso escrever. Daqueles dias onde se tem milhões de coisas para organizar (e acho que organizar é muito pior do que fazer, de fato) e a eu não quero (não vou dizer "a gente" porque sou eu mesma, sem tirar nem por).

Comecei o ano longe. Longe de tudo. Longe do que tenho, do que me cerca, do que amo, do que me irrita.

Mas comecei perto de mim.
E vi que certas coisas independem dos demais, do que me cerca, do que amo e do que me irrita. São, essencialmente, eu. E que é aí que mora o perigo.

Aprendi a não por a culpa nos demais. Daí o negócio ficou sério, porque o meu egocentrismo aflorou ainda mais e eu comecei a achar que tudo acontecia a partir das minhas escolhas, meus caminhos, minhas respostas. Fui de um extremo ao outro. Porque há aquelas pessoas que sempre procuram terceiros para por a culpa de tudo que lhes acontece. Nunca assumem que são as suas escolhas, seus caminhos e suas respostas que fazem o seu caminho. Isso é triste, muito triste. Porque são essas pessoas que vão sentar na sarjeta e chorar, dizendo que o mundo sempre está contra elas. Isso é triste e pessoas assim me irritam muito.

Daí para que eu não me transformasse numa dessas, parei de lamuriar a minha sorte. Tá, no auge da TPM eu ainda sou a maior sofredora do mundo e o Universo conspira contra mim, mas aí já era pedir demais, né não? 

Enfim.
Eu fui ao extremo. O que também é ruim. Porque eu entrei na paranóia de achar que se eu pensasse mal de alguém o mal viria contra mim. Que se eu fizesse uma cosita de nada erradinha, a Lei do Retorno viraria tudo contra a mim e que meu fim seria a de vilãs das novela das 8h (quando o mundo ainda punia os malvados, né...)

E isso também não dá. Porque eu não tenho alma de monge e achar que tudo de errado dá errado e vida que segue. Então, imagina o ódio que começaria a desenvolver contra a minha pessoa se realmente achasse que tudo depende de mim.

E daí estou a cata de um equilíbrio. Se é que isso é possível. 

Faço o que acho que tenho que fazer. Se consegui, tudo bem. Se não, amém!

Viver um dia de cada vez, essa é a meta.
Isso é fácil.

O difícil é deixar de lado o meu "ah, deixa pra depois" que sempre está presente. Porque eu sempre quero deixar pra depois. Sempre acho que depois vou ter tempo.Sempre quero acreditar que meu dia amanhã vai ter 48 horas e que se eu dormir as 24 horas do dia de hoje vai estar tudo bem.

Eu não faço análise porque não adianta que os outros me digam o que tenho que fazer. E acho que é perda de dinheiro ir lá pra falar tudo o que eu penso se eu já sei as merdas que faço e o que tenho que fazer efetivamente. 

Tenho umas 5 pessoas morando dentro de mim (acho que fizeram um livro sobre isso). Não, não é nada demais, mas é para que você entenda, Zuzu, que eu sei as merdas que faço. Umas das 5 dentro de mim vai apontar a erro e qualquer uma das outras vai dar um puta esporro. Eu sei disso. A prática, a prática é que é o problema.

E é essa prática que deverá ser trabalhada a partir desse ano. Esse amadurecimento que tem vindo aos poucos e que eu tenho que vivenciar.

Pois é.
Tempos difíceis me aguardam.

Esperemos. 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Aptidão social (?)

Eu sou uma pessoa divertida. Sei conversar. Conheço o mundo que me cerca. Consigo falar sobre qualquer coisa - quando não domino o tema, passo a ser repórter e meu interlocutor se sente o máximo, porque o olho como se fosse a pessoa mais inteligente do mundo e fico super interessada em suas explicações. 

Não sou monotemática. Odeio pessoas que só falam sobre um assunto. E, cara, o que tem de gente que não sabe falar mais do que si mesmo, seus problemas, sua vida, suas opiniões.... Nossa... 

Tento não me mostrar superior, sobretudo quando tenho razão - e eu sempre tenho razão, lógico. hehe.

O problema, ah o problema... 
É que eu sei ser isso tudo que disse aí em cima. Mas, né, o mundo me cansa... E eu não quero ser assim na maior parte do tempo.

Sério.
A humanidade me cansa. 

E daí você diz: "Mas, putz, você é professora, garota maluca! Você tem que ser tudo isso aí de cima o tempo todo!"

Pois é.
Por salário eu consigo ser quase que o tempo todo. Mas quem me conhece já ri, porque sabe o esforço que tô fazendo para não mandar alguns irem praquele lugar.

E daí eu vejo as mulheres da minha família. 
São super sociáveis.
São super festeiras.
São super faladoras - sobretudo pelo telefone.

Enquanto eu, a ovelha negra da família... 
Odeio ter que me relacionar com pessoas.
Detesto festas.
Não suporto bater-papo pelo telefone.

Então, acho que me falta essa habilidade, essa coisa de querer jogar conversa fora simplesmente pelo prazer do ato. De ir para uma festa e não ficar pensando antes de chegar "putz, que saco, vou ter quer rir pros outros por mais de 3 horas" {quando eu fico mais de 3 horas...}

Entendam, não é que eu não queira ninguém perto de mim, não é que eu tenha aversão a pessoas. Não, eu não sou tão Sheldon assim... Mas certas convenções sociais são absurdamente dispensáveis ao meu ver.

Dar beijinho em todo mundo quando chega.
Ter de se despedir de todo mundo quando se vai. 
Oferecer algo que está comendo por educação.

Cara.
Odeio que me toquem, odeio ter que beijar todo mundo. Como explicar isso para um bando de beijoqueiros que já chegam falando "cadê meu beijo?". No cu da velha é onde está teu beijo! Sai pra lá com esse bafo!

E ter que oferecer por educação?
Não, eu não ofereço. É meu. Quer também? Vai comprar! 

Mas isso não significa que eu não ofereço as coisas. Também não é assim. Então, se um dia eu te oferecer algo, pode aceitar porque é de coração e não por educação. 

E aí está o cerne da questão - só faço as coisas quando é de coração. 
Se você me chamou pra sua festa e eu fui, saiba que fui de coração e não forçada por alguma convenção.

Se eu cheguei e te dei mais que um beijo, te dei um abraço, é porque eu quis e não foi simplesmente para fazer fita pra quem está em volta e assim parecer A Simpática para a sociedade .

E se um dia eu te falar "vou comemorar meu aniversário em tal lugar e quero que você vá" é porque eu fiquei com vontade de fazê-lo, não estou fazendo para fingir que sou feliz, que tenho amigos e preciso mostrar pra todo mundo no FB que sou amada.

Não, eu não acho que todo mundo faz isso simplesmente para fingir o que não é. Não, esse não é ponto nem o motivo desse post gigante.

O que eu queria era que as pessoas aceitassem que eu sou diferente, que eu não gosto de muvuca, que eu não preciso ter 10 amigos a minha volta, que eu não preciso de festas, visitas e noitadas para ficar bem. Eu não sou assim. Simplesmente, não sou assim. 

Como faz para que as pessoas me respeitem, me deixem quieta no meu canto e não queiram forçar goela a baixo Convenções Sociais que me irritam ao extremo?

Alguém conseguiria me dar uma fórmula mágica?

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Considerações abertas

Eu não fui informada. Não conheço a história e nem sei até que ponto o que eu possa vir a falar ou comentar pode ter algo a ser relevado.

Eu sei que não sou uma pessoa fácil Nunca fui, creio eu. Mas a consciência do fato não se deu há muito tempo, é bem verdade. Porque na mesma proporção na qual acreditamos que a grama do vizinho é sempre mais verde que a nossa, achamos que somos infinitamente mais sensatos, compreensivos e sábios que os mesmos vizinhos. Pois é. 

O caso é que vi a história se desenhando de longe e pensei logo "essa porra não vai prestar". Graças a Deus em momento algum fui chamada a tomar partido. Pela parte que eu sabia dizia, ah, uma hora a pessoa aprende. Uma hora ela acaba caindo em si. É só parar de se dar desculpas, é só parar de criar desculpas para as atitudes dela. 

Mas eu não sei, né. 
Não convivo, não vivo e não vejo.
Só leio e acompanho.
De um lado e do outro lado.

Sim, acho que talvez alguém tenha pegado pesado demais na sinceridade - mal do que eu sofro aos baldes. Sei o que é isso e sei o que é não ver o mal que isso pode gerar - aos outros e a mim mesma. E eu estou trabalhando nisso. Sozinha, porque psicólogo é algo muito complexo. 

Porém, a pessoa que sofre com alguém que fala sempre a mesma coisa, que sempre acha que esta está errada e não aceita os argumentos de quem julga e tampouco considera justas as acusações e observações, deveria já ter dado um basta. Não quer perder a amizade? Ok. Se afaste. Não pergunte, não procure, não mande indiretas. Acho que isso é crescer. Melhor, isso é se auto-preservar. 

Ah, sim.
Pode mandar se fuder se a pessoa continuar. Mas sem descer do salto. Nunca desça do salto, porque não vale a pena. (Mentira, há momentos que pra se lavar a alma se precisa descer do salto e mostrar que a favela tá no sangue. Mas evite ao máximo, please)

E, sei lá, eu poderia ter dado a minha opinião aos dois lados, já que percebia o que se desenhava. Mas não o fiz. Acho que pessoas adultas deveriam se comportar como adultas - senta e conversa, porra. Não deu certo? Cada um para o seu canto. Não tem essa de se dizer amigo e por se considerar amigo aguentar tudo o que vem pela cara (e, olha, eu sou daquelas que mando a real na cara, viu...)

Só que foi-se.
A merda foi pro ventilador.
Não sei o que aconteceu, mas me parece que as coisas foram um pouco além das lamurias e discussões virtuais. Pois é. Saiu do virtual e caiu no real, fudeu. 

É, isso mesmo.
Falo de adultos.
Mas me sinto no recreio. Não, não é uma crítica. É uma realidade. Nunca deixamos de ser adolescentes, nunca nos esquecemos que aquela amiga a qual queríamos tão bem foi a mesma que furou o nosso olho assim que teve chance. Ou nós fomos essa amiga, não é mesmo? Fomos nós que nos consideramos muito superiores a Fulaninha, puxamos o tapete e ainda a empurramos escada abaixo... E só muito tempo depois é que a gente pode pensar "que merda que fiz, que coisa mais desnecessária..."

Ou não.
Porque às vezes, por pior que tenha sido a nossa atitude, foi a coisa mais certa a ser feita. É triste pensar assim, mas às vezes os abalos estruturais são necessários. Para que criemos novos valores, para que criemos novas realidades e novas metas.

Mas precisamos, sobretudo, de cuidado. Para que os embates não passem a ser rotineiros e cada vez mais cruéis, duros e injustos. Porque quando se chega a esse ponto é só estresse.  E estresse negativo, não aquele que te faz ir para a frente.

Acho que foi isso que aconteceu. Começou pequeno, começou como algo menor, virtual, como se as palavras não expressassem algo maior. E foi deixado de lado os sinais. E deu no que deu. 


Será que tem volta?
Não sei.

Será que vale a pena a volta?

Não sei. Porque há coisas que depois de quebradas nunca voltam a ser as mesmas, nunca se tornam inteiras, perfeitas, como eram antes.

Se isso seria uma pena?
Não sei. Porque exatamente estas mesmas coisas quebradas podem dar origem a algo novo, único e singular, muito melhor do que era antes,quando eram reproduções, histórias iguais a milhares de outras, mais do mesmo.

Só que há que se dar tempo ao tempo. Esperar que os males adormeçam, as ideias se esclareçam e as dores sejam mais brandas.

A partir daí, tudo pode acontecer.

Só quero que saibam que estou aqui, simplesmente torcendo para que o melhor seja a escolha para todos. E que se entenda que o melhor nem sempre é o que queremos ou que acreditamos nós, da nossa visão, do nosso lado, que seja o melhor.

domingo, 30 de outubro de 2011

Domingos me deprimem

Ok, muita coisa me deprime, essa é a verdade e eu a assumo.

Mas domingos...
Caramba, se um dia eu me matar será num domingo.

Pior é que todo ano eu me prometo: não vou mais trabalhar às segundas. Que eu não trabalhe mais às segundas de manhã apenas - porque terei tempo de me curar do bode que se instala aos domingos.

Mas sabe como é, né, Zuzu, a vida de uma viciada em sapatos... Faço as contas, pondero, considero e reconsidero... E os sapatos sempre ganham...

E daí eu fico aqui, né.

Todo domingo é presenteado com um mau humor que chega a ser físico.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mini-Fazenda

Se lembra daquele lugar de nome estranho, onde todo mundo queria entrar mas onde só se entrava com convite?

Todo mundo adorava acompanhar a vida alheia, fazer intrigas e fingir que era popular. E nem me venha dizer que você não era assim, Cara Pálida, porque eu te conheço de outros carnavais!

Então, aquele era o Fabuloso Mundo Encantado do Orkut. 

E daí começaram aqueles joguinhos, lembra? O primeiro foi não sei o quê Fazenda. Não era a Mini não, era outra.

Daí que eu tinha, né. 
Todo mundo tinha  e eu tinha também.
Tive a Fazenda e depois o Café.

Ai, que inveja da época que eu tinha tempo pra isso...

Mas vamos deixar bem claro que eu sou uma pessoa estranha e que, sim, eu sei disso. E gosto dessa minha característica, reconheço. Ser o que os outros esperam e acham que conhecem nunca fez parte do meu repertório (mesmo que tenha gente que acha que me conhece muitoooo bem... Desculpe-me, meu caro, mas vou muito além da sua mediocridade e não é porque você fica lendo parte da minha história vai saber de todo o meu enredo...)

O caso é que... Eu cansei.  Simplesmente um dia eu cansei e larguei mão daquilo tudo. Consorte não entendeu nada, mas ele já aprendeu que certas coisas não se entendem, simplesmente se aceitam.

Mas sabe, aquela porra é viciante. Achava que era coisa de criança e que ninguém mais jogava aquele trem... Até que a minha sogra pediu que eu a explicasse. Cara, a única coisa que eu sabia daquilo era colher as frutinhas e plantar as plantinhas e pra mim estava muito bom, obrigada! 

Foi isso que eu expliquei. E ela começou a jogar com isso em mente... E por volta de um mês depois de abrir a sua fazendinha, veio depois me contar que se precisava de vizinhos, e que tem que fazer não sei o quê, ajudar não sei onde... E eu tava lá, com a minha fazenda morrendo, um cachorro que acho que morreu de fome e umas alfaces murchas... E ela viciada, viciadíssima, sem saber o que fazer para ter mais coisas na fazenda... 

E eu, como boa nora, dei a minha fazenda para ela. E agora, quando entro no meu orkut, descubro que tenho um latifúndio! Sério. Porque além dela, minha cunhada joga também. E agora eu tenho até um cavalo. Fala sério! Quem é que colhe alfaces em cima de um cavalo? Eu, ao que tudo indica. Ah, sim. E tenho vááááários amigos que... não tenho a menor ideia de quem são ou de onde saíram! Eu liberei, claro, que ela poderia ter mais amigos pra ter vizinhos e pra conseguir mais coisas (não me perguntem a relação, por favor).

Pois um dia desses ela veio me dar uma aula - isso, uma A.U.L.A - de como se faz e para que serve cada coisa na fazenda. Eu tenho até máquinas que fazem tortas ou algo assim.

E eu com essa cara O.o, fingindo que entendo tudo, quando, na verdade, eu só quero é dormir mesmo.

E fiquei analisando a minha vida e me dei conta disso: gosto muito de alguma coisa, gosto mesmo. E daí fico com aquela coisa na mira direto. Como quando a gente gosta de uma música, sabe?  A gente escuta, escuta e escuta até que ... enjoa. 

Então.
Tudo na minha vida é mais ou menos assim. Vou ao ápice e, de repente, enjoo. Deixo de lado, deleto, canso. 

Sei lá, acho que me falta... paixão. Aquela coisa que as pessoas dizem que move a vida delas. Eu não sei muito bem o que é que move a minha vida. Eu, simplesmente, vou. 

Não tenho paixões. Ao que tudo indica o que costumo ter são obsessões. E, de repente, eu me curo delas. Ou me canso delas. Resumindo, Eu... sigo. Entendeu? 

Por vezes revisito.
Releio.
Vejo mais uma vez.
Só para me perguntar: "caramba, como posso ter me dedicado tanto a I.S.S.O? 

Não sei se sou perfeccionista.
Não sei se sou incansável.
Não sei se quero sempre mais que antes.

Só sei que ainda há algo que não se encaixa aqui, ainda há algo que me diz que falta, ainda falta, ainda não está completo, ainda tenho que fazer algo que não fiz, ver algo que não vi. E esse sentimento, que tem gente que deve achar que é a mola propulsora de tudo, é que me atormenta. Porque eu nunca estou a contento. 

E essa falta de contentamento faz com que nada me seja suficiente, que nada me faça pensar "agora tô OK". 

A sensação que tenho é que a minha vida sempre vai começar depois da próxima curva, depois da próxima revelação, quem sabe, no próximo ano.

E eu sempre quero o que vem depois, o próximo, o que ainda não alcanço, o que, talvez, nunca possa ter.

E, sei lá, acho que tudo me seria muito mais fácil se me contentasse com jogar a Mini-Fazenda no final das minhas noites e vivesse na mediocridade que tem gente que chama de felicidade.
















Daí que eu cansei do Orkut.
E agora tô no FB.
Como todo mundo, né, porque aquilo lá abrasileirou... 
Tenho mais de 600 amigos no FB.
Como uma pessoa tão antissocial pode ter tantos amigos, hein?

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Curitiba

O que já aprendi por aqui:

1) Faz calor pra caralho.
2) Mentira. Motoristas não param para você atravessar a rua.
3) Quase não tem loiros, altos, de olhos azuis estilo nórdico pelas ruas.
4) Um dos pontos turísticos mais procurados são... os shoppings (sério. Tem um passeio só pelos shoppings aqui)
5) Come-se bem. Desde que você não peça Feijão Amigo. É sério. O meu veio estragado. Mesmo que o gerente tenha dito que experimentou e "azedo não está, mas está insosso". Então tá.

O que vou levar de souvenir?

Botas. Cara, tá em promoção e elas estão super baratas!
=)

sábado, 11 de junho de 2011

É dos Pirocas que Elas Gostam Mais

Você sabe o que é PIROCA?
Cara, sério.
Me falaram o que era e eu não acreditei. Então, fui lá no dicionário conferir e...


piroca (ó) 
(tupi pi'roka, calvo) 
s. f.
1. Cal. Membro viril masculino. (dããã... Isso é o que todo mundo sabe, né?)
adj. 2 g.

2. Bras. Calvo, careca.  - mas por essa ninguém esperava, né?

E não, não é só isso... É um verbo também, que não tem nada a ver com essa sua mente poluída, Zuzu...


pirocar 
v. intr.
1. Bras. Encalvecer.
2. Perder a pele, casca ou cabelo.
3. Esfolar.

Então, caro leitor, espero que você nunca piroque e passe a ser conhecido por aí como piroca.


Mas... Como diz uma velha canção, é dos pirocas que elas gostam mais...
Vin Diesel, prova viva que piroca não vem necessariamente com pança de cerveja... 


Segue o link do dicionário on line pra você ir lá conferir que eu não tô inventando... 

domingo, 22 de maio de 2011

Dizem por aí...

... que os homens são mais racionais que as mulheres. Que não se apaixonam, que não se apegam.

Dizem.

Bem, acho que ser racional é algo primordial para a vida de todos. Sejam homens ou mulheres. Se nós, seres femininos, fôssemos mais racionais em determinados momentos, a vida nos seria muito mais fácil. Porque nos evitaria muitos problemas, muitas dores de cabeça, muitas complicações deveras desnecessárias.

Mas essa racionalidade toda não significa que não se apaixonem ou se apeguem. 

Eles amam e se apegam. Mas seguem uma verdade que todos deveríamos seguir: amor não é tudo. Não, não é. Não venha me fazer essa cara de ofensa, essa expressão de mocinha da novela das 6 ofendida. Não tente aquele discurso de de "o amor supera tudo" e que "um amor e uma cabana é tudo que eu quero". Não, isso não é amor. É desespero, é tentativa de dar uma balançada na vida, de mudar algo que não te faz feliz, sair da mesmice, ir para dentro de um conto-de-fadas e, de repente, "esse amor" é a saída. Então, amiga, deixa eu te dizer que não é, nunca foi e nunca será.

Os homens tem mais tino para essas coisas, vêem de longe que não é por aí. Por isso que quando um relacionamento termina normalmente é o homem que vira a página com maior rapidez, com maior facilidade. Não significa que para ele o que viveu com a mulher foi uma banalidade sem importância.Simplesmente eles entendem que água passada não move moinhos e que ficar revivendo o passado não leva a lugar nenhum. Algo que nós, mulheres, deveríamos aprender logo de cara e ão depois da 20ª queda no mesmo erro.

Porém, quem sou eu para julgar? Quem sou eu pra dizer "ei, não parcele seu casamento em 60 meses porque o amor vai acabar antes dos 48? Ou então algo do estilo "rasgue os cartões e apague as mensagens porque isso não é a sua história, isso não te define como pessoa"? 

E, mesmo que eu tivesse a cara de pau para tanto, de nada adiantaria. Porque há coisas que não se aprendem a partir de palestras e sim através de vivências. 

Então, vai lá e pula no abismo. E não, não precisa me contar como foi. Já estive por lá algumas vezes. Sim, eu também.


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Pra começar bem o dia - mandando um monte de gente ir se foder

Sabe, adoro pessoas que me amam, que são meus fãs, etc e tal. E começar o dia vendo todo esse amor é tão reconfortante... 

Lamentavelmente, esse me fã não deve prestar muita atenção em mim, né não? 

Por causa de alguns motivos básicos:

(1) Não tenho pelancas. Queria entender porque as pessoas pensam que redução de estômago é igual a pelancas. Essa gorda que comentou é que deve estar cheia de estrias e celulites porque engordou e não se dou conta e colocou a culpa, sei lá, no namoro, e acha que todo mundo é igual. Seria bem mais interessante para a vida dela se parasse de preocupar com a minha vida e fosse tentar diminuir a pança, os braços e as pernas que não entram nem num jeans 48 LARGO... Mas comentar nos blogs alheios é mais fácil, né? Então, seja feliz por 5 segundos, eu te permito isso...

(2) Meu rosto é perfeito. Desculpa, tá, se nem linha de expressão eu tenho aos 32 anos (quase 33...) e se você antes de chegar a essa idade já tem a pele tão detonada - porque não se cuida, porque a pele é ruim, porque só usa maquiagem do Saara - que começa a achar que o mundo é igual a você. Desculpa, amiga, mas não é não. Ah, mas já tem uns tratamentos que - quem sabe, né? - possam te ajudar. Ah, putz... Esqueci... Você não deve ter emprego decente e não tem dinheiro pra essas coisas... E o SUS não cobre... Putz... 

Então, caríssima que faz comentários anônimos porque é covarde, não tem a vida que quer fingir que tem, nem emprego decente, nem dinheiro pra fazer algo mais útil que xingar aos demais em seus respectivos blogs, vá para PUTA QUE PARIU e finja que é feliz... Porque deve a-d-o-r-a-r fazer isso pras amiguinhas igualmente sem vida social ativa... 

AH SIM: Coloquei tudo no feminino porque, venhamos e convenhamos, isso é coisa de mulher mal amada, mal comida e mal resolvida com seus problemas. Daquelas que choram sozinhas escondidas embaixo do  edredom porque não se amam... 

Se foi um HOMEM que fez o comentário... Porra... Você é um PUTA VIADINHO que nunca pegou mulher na vida mesmo... Vai se tratar ainda mais rápido, viu???



E sim, Zuzu...
Um ótimo dia para você.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Bobeirinha

Recebi o seguinte cálculo por e-mail e repasso pra você, caro leitor... 

Este ano teremos 4 datas muito fora do comum

1/1/11
1/11/11
11/1/11
11/11/11

AGORA tente entender isto.... separe os 2 últimos números do ano em que você nasceu e some com o número da idade que você fará êste ano... O TOTAL SERÁ 111... 

POR EXEMPLO: nasci em 1940 (os 2 últimos dígitos: 40 ) 
Mais a idade de meu próximo aniversário: 71 
40 + 71 = 111 

AGORA TENTE VOCÊ.... 

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Ai, pode confessar, Zuzu, você bem fez os cálculos aí, né?
Agora... a pergunta que não quer calar:

Quem foi o Sheldon de plantão que chegou a essa brilhante descoberta???

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Narcisismo

A ideia do post, Zuzu, veio depois de ver um trechinho desse vídeo no Faustão. Tipo, o que é bom senso, o que não é bom senso. Mesmo que tenha horrorizado a alguns, chamando a menina de "Gorda Sem Noção", eu achei bastante válido visto que (1) ela dança bem; (2) ela se preparou para estar ali; (3) ela foi lá e ganhou um puta dinheiro. 



Ok. Você pode não concordar. Seu direito. E pode dizer também que o texto a seguir contradiz o que digo até aqui. Pode até ser. Mas não estou com muita paciência de explicar cada ponto e vírgula. Compreenda que acredito numa coisa: Cada cabeça, uma sentença. 

Daí que tem gente que pensa que se amar é perder a bom senso. É aquela coisa do "sou gorda, mas sou feliz, então posso usar fio-dental". Ou então "sou gorda, mas todo mundo me quer, por isso uso mini-saia e sapato meia-pata".

Pois então, não é assim que a banda toca pra mim. 

Por diversos motivos: 

1) Acho fio-dental em público uma aberração, uma coisa totalmente contra ao respeito a mulher. Não é porque é uma gorda usando. Pode ser a Gisele B., pode ser a Camila Pitanga. Fio-dental me agride profundamente. 

2) Se amar é algo que não precisa agredir aos demais. Você não precisa gritar "eu me amo e não posso viver sem mim" e completar com algo do gênero "Vocês tem é invejaaaa de mim". Isso não é amor-próprio. Isso é baixa auto-estima. A pessoa repete e repete para acreditar, mais do que para fazer os outros acreditarem.

3) Mini-saia é outra coisa que não acho válido em público. Acho absurdamente cafona e de péssimo gosto. Quero dizer... Mini-saia até combina com praia. E só. Não acho digno alguém mostrando o útero enquanto dança.

Mas tudo bem. 
Não entro em discussão com aqueles que me vem com o discurso "o que é bonito é para ser mostrado", porque não quero entrar numa discussão ainda mais cabeluda do que é o conceito de beleza e noutra sobre situações e locais nos quais devemos usar certas coisas ou não.

O caso é que eu vejo muita gente por aí é perdendo o bom senso. Seja magra, seja gorda, seja feia ou bonita. O que falta no mercado é o bom senso. 

Que você se ame: Aplausos!
Que você seja feliz com a vida que tem: Aplausos! 
Que você se considere a pessoa mais feliz do mundo: Aplausos!

Agora, não me venha enfiar por goela abaixo o seu discurso, aquela coisa do "como é bom ser você" e "como eu deveria te amar tanto quanto você se ama e que, se eu não sou como você, é impossível que eu seja feliz".

Felicidade é algo super valorizado e mal interpretado hoje em dia. Fui acusada por uma anônima de não ser feliz. Pois é. Não, eu não sou feliz, graças a Deus. Porque a felicidade nos emburrece. A felicidade nos coloca numa redoma de vidro e nos tapa os olhos, nos fazendo acreditar que somente nós sabemos viver, que somente nós - com o que temos, com o que somos e da forma que vivemos - estamos certos.

E daí começa todo aquela ladainha, do "eu me amo, olha como sou gostosa, olha como a minha vida é perfeita". E completa com "Tenho um namorado liiiindooo e fieeeellll" ou então com "minha vidaaaaa é tudo o que eu sempre quissss". (Pois é. É que quando eu escuto, é assim mesmo, com essa mania irritante de esticar algumas vogais naquela vozinha irritante de patricia antipática)

Sabe aqueles bíblias malditos que, se você não está com eles, está no inferno? Então. É o mesmo naipe.

Não, graças a Deus eu não sofro de Felicidade Crônica. 
E, graças a Deus, eu não me amo ao ponto de emburrecer e perder o bom senso, achando que sou a gostosinha do bairro porque emagreci e não preciso começar cada frase minha com "ai, meu deus, como eu sou linda". 

E isso faz com que eu seja menos bonita?
Faz com que eu chame menos atenção quando passe?
Faz com que as OUTRAS pessoas digam que minha pele, meu cabelo, meu estilo, são maravilhosos?

Óbvio que não.
Da mesma forma que sou odiada por alguns, sou muito elogiada por outros e é isso que faz com que a vida nos seja interessante.

E sim, sou narcisista. Amo quem sou, amo ser como sou.

Porém, também sou muito realista. Sei que poderia ser muito melhor, sei que tenho muitos defeitinhos irritantes que devem ser eliminados.

Mas não deixo de ter meus momentos felizes e não deixo de pensar que minha pele, meu cabelo e meu guarda-roupa é bem melhor do que de certas inimigas minhas.

=) 

Tudo depende de como você se vende, Zuzu. Tudo depende de como você encara a sua realidade. 

Ah, sim, e antes que você pense que o que eu escrevo aqui eu saio falando por aí... Ai, óbvio que não. Meu blog é meu diarinho. E quem lê concorda ou não. E acho que os que não concordam por vezes preferem não comentar - o que respeito, porque faço muito isso também. 

Na vida real, no cara a cara, guardo algumas coisas para mim. 
Hum.
Talvez menos do que deveria, visto a fama que tenho na família.... Mas... tudo bem, deixa quieto.
=P 


OBS.: O meu lado narcisita abriu o TwitPic e ainda o colocou aqui no blog. 
Já apaguei algumas fotos porque me disseram que estava demais. 
Tá vendo? Eu não sou perfeita e meu bom senso por vezes falha também.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Tenho fotos para tirar...

... dos meus últimos vícios comprados... 

Mas só depois que conseguir um lugar para colocar pra fotografá-los. No momento, não tenho lugar nem para que eu me sente... 

Caos, caos... Tudo um caos... 

Enquanto isso, vai lá e visita o meu Twitpic... Ainda estou me acostumando, aprendendo a brincar... 

=) 

Vou ali, Zuzu, dar um jeito na zona que está a minha volta... 

Mas já tenho algumas coisas cortadas da lista:  

(1) Lavei o carro - depois da DryWash do Shopping Tijuca ter dito que era impossível lavar o meu carro. Tá, tá... Não estava nada fácil... Mas, alowwww... Eles cobram 35 dinheiros... Deveriam dar o jeito deles... 

(2) Lavei as cachorras - Banho e tosa era há 3 meses atrás. Elas ficaram de molho, sei lá, por 2 horas. E mandei tosar ao extremo, quase máquina zero. Estão quase igual ao ChupaCabra. Feias de dar dó. Mas absurdamente felizes sem aquela quantidade de pelos... 

(3) Fiz as unhas! \O/ - Voltei a ter unhas de menininha e posso usar todas as minhas sandálias novas sem passar vergonha... 


Ah, sim.
E depois disso tudo, o que foi que aconteceu?

Sem mais para o momento, vou ali continuar a jogar papel fora.... Se alguém tiver o telefone do Noé, está na hora de ligar pra ele...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Conversas de Intervalo

- Nossa... esse ser se chama Wensdrey!
- Ah, deve ser junção... 
- Com certeza é. Junção de falta de bom senso com mau-gosto.


- Fulano vai passar de ano?
- Vai sim, se não morrer, todos nós vamos passar para o ano de 2011. Para 2013 é que vai ser difícil para todo mundo...
- Por quê?
- Porque o mundo vai acabar em 2012.
- ... *
* A pessoa não entendeu nem a primeiro nem o segundo comentário... ¬¬ 

- Professora!
- Quê?
- Posso botar na prova quantos pontos eu preciso pra senhora me ajudar?
- Claro que pode... Desde que faça o seguinte... Pra cada ponto que precise, multiplique por 10 reais e grampeie as notas do valor que der na prova que aí penso com carinho no seu pedido.



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Muitacoisaaomesmotempoagorajá

Bom dia, Zuzu.

Sim, eu tenho um monte de novidades pra contar. Mas ainda não posso falar. Mas eu vou falar, prometo. Assim que der. 

Até de como as pessoas falam as coisas mais bizarras para mim. Pois é. Ainda tô digerindo. Mas tudo bem. Vida que segue. Final do ano que se aproxima, meu aniversário que se aproxima e tudo vai ficar mais bonito, colorido, esfuziante - é, eu sempre quis usar essa palavra... ho-ho-ho... 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Sobre bater os santos...

... ou como há pessoas que eu não entendo.


Isso aqui não é um post. Não o é porque não tenho tempo de fazer um que preste no momento.

É, digamos, um pré-post.

Não, não para você, Zuzu, mas para mim. Para que eu não esqueça que quero compartilhar com você sobre como tem gente que me é uma incógnita - que não sei se gosto, se não gosto, se me parece metida ou não, se tenho medo ou não, se acho radical ou não.

Pois é.

Todas as colocações se relacionam a uma mesma pessoa. E é sobre isso que eu vou querer falar. Assim que tiver tempo. Assim que a poeira assentar. Tá, não vai pensar aí "isso nunca vai acontecer...". Calma. Estamos quase lá.

Ah!
E não me deixem esquecer de falar sobre a nova integrante da Torre Norte.

É cómico.
Em breve, lhes apresentarei Lola, a caçadora.

=)


Zarpei!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Sobre aquelas que querem parecer...

Ou Aquilo que a gente vê todo dia, em um monte de esquinas.

Nada me enoja mais do que certo tipo de pessoa que gosta de se fazer de santa mas que tem alma de fugitivo do mármore do inferno. Tenho muito mais problemas com esse tipo do que com aquelas que são filhas da puta na cara e na coragem. Porque esse tipo a gente sabe a que veio e dá até pra admirar a cara de pau do ser.

Agora aquela lenga-lenga do timinho "sou legal, não tô te dando bola" é muito pau no cu.

Tem gente que chama de pirigueti e afins. Eu só acho que, independente da nomenclatura que se dê, são mulheres absurdamente carentes, que precisam de aceitação, sobretudo masculina, e ficam com esse tipo de discurso. Só pra depois sair dizendo que fulaninho é muito afim de mim, eu é que não quis sair com aquele ali e sou muito melhor do que a namorada do sicraninho. E, coitadas... acham que são admiradas, amadas e queridas... Que nada. Só que os homens olham e acham que é transa fácil e barata. Até eu se fosse homem ia lá pegar, pra ver se é tudo que vende ser.

E cansa, viu? Cansa ver que algumas envelhecem e não aprendem. São só isso. Essa poça rasa.

Nada contra se fazer charminho, biquinho etc e tal. Afinal de contas, isso faz parte do repertório de qualquer show. O problema é ser sempre assim, fazer sempre aquele papel do "amo todo mundo, sou uma pessoa do bem, sou uma pessoa que quer o bem de todos os meus inimigos, sou uma pessoa que sempre serei sua amiga e zzzzzzzzzzzzzzzzzzz"

Pessoas positivas e sempre felizes me cansam muito. Imagina se elas ainda fazem charminho e se vangloriam disso.

Mentalmente, eu as mato muito lentamente...



*PS.: Eu tenho que parar de ficar observando o mundo. É sério. Eu tenho que parar de ser tão crítica com esses seres inferiores. Eu já deveria ter aprendido de que nada adianta. Mas é que me diverte tanto, Zuzu...

sábado, 2 de outubro de 2010

Entra na cabeça e não sai.


Daí que eu tenho trilha sonora em todos os momentos da vida. Devo ter também durante os sonhos porque, vez por sempre, acordo com uma música que não sai por nada desse mundo daqui. Então, vou ajudar a você, Zuzu, e deixar a mesma música na sua cabeça... 


That boy is a monster M-M-M-Monster

That boy is a monster M-M-M-Monster
That boy is a monster Er-er-er-er


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Escolhendo batalhas



Tá, tudo bem. Deve ser por causa do período do mês. Mas estou num bom humor de dar inveja. 

Não fique feliz, Zuzu - porque é agora, nesse minuto. Daqui a pouco volto ao meu estado habitual de ressaca.

Não fique triste, Zuzu - porque sei que você não me ama e vem aqui só pra me ver quebrando a cara. Daqui a pouco te faço feliz de novo.

Enfim.

O caso é que aproveitando os Bons Ventos, decidi não me estressar por algumas merdinhas que atravessam o meu caminho. Porque, simplesmente, não vale a pena. Parece fácil pensar assim quando se está sóbrio, mas meu estado natural nunca é sóbria - estou sempre no meio de um porre astral, então já viu, né? A vida não me é nem um pouco interessante nesses momentos... 

Bem, mas vamos lá a minha resolução do momento. Preparem-se, é uma revelação f-e-n-o-m-e-n-a-l, que ninguém nunca em tempo algum disse:

Início do momento Auto-Ajuda.

Você é o que reflete. Você atrai para você o que você quer que venha até você. Não é muito que é cinza, são as suas lentes que estão sujas. Então, não fique se lamuriando. Mude o ângulo que tudo fica diferente. 

Final do momento Auto_Ajuda.


Resumindo: Se você é um merda, nem vou olhar para você. Se acho que você é um caso perdido, vou repetir mentalmente "foda-se". Se eu acho que não vale a pena, nem vou olhar duas vezes. 

Agora eu vou lá.
Porque o tempo corre. 
E eu corro ainda mais.