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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

{para poucos}

Minha irmã tem cabelão.

Daqueles que chegam na cintura, que fazem um coque enorme, que fazem inveja a Rapunzel.


E o que me causa?
Ciúmes?
Inveja?
Inveja Branca, a pior das invejas?



QUE NADA
UM PUTA NERVOSO!

Gente, eu sei que sou maluca mas essa é só uma das minhas doidices - não posso ver cabelo longo pra frente, que eu tenho que pegar e colocar pra trás. Sério. Me agonia. Tenho que pegar as mechas que estão para frente, caindo pelos ombros e colocar para trás. Imagina se não conheço a pessoa? Claroooooooooo que não faço, mas quase morro de tamanha agonia e tenho que sair de perto da pessoa! 

Não gostou da minha mania?
Paga minha casa de repouso então, meu filho... 

Enfim.

Mas o pior mesmo é quando a pessoa tem um cabelo desse tamanho e não cuida. Putz, isso é triste! Porque tem mulher que acha que feminilidade se resume ao comprimento do cabelo e que se cortar, sei lá, vai virar homem. Então, viu que tem gente mais doida do que eu?


Como eu sei que não mudo mais de sexo, como cabelo na cabeça me irrita, me agonia, me aflige, me dá coceira, me deixa de mau humor, cortei e liguei o foda-se para quem quer criticar. Ligo o foda-se pra tanta coisa, né não? Não vai ser o meu corte de cabelo que vai talar a minha veia revolucionária... hohoho

Então, Zuzu, me apresento! Esta sou eu, no corte que manterei ad eternum:


E quer saber? 
Puta complicado, difícil e caro manter um corte assim.

Dizem que se precisa personalidade para se ter cabelo curto.
Eu digo que se tem de ter dinheiro e paciência. Porque, né, você acorda com o cabelo todo pra cima, de mau humor com a vida e nem dá pra fazer um rabo de cavalo! E ele acorda tão revoltado que não aceita nada, tudo cospe... E daí, como faz se não tiver produtos certos? Como faz se não tiver paciência de lavar e secar, com os mousses, gel, argan e afins para acalmá-lo?

Pois é, Zuzu, minha vida de quase careca é muito difícil, viu?




terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dai que eu tenho a força de vontade...

... sei lá, de uma formiga, que nem sabe o que é vontade?

Pois é, por aí.

Dai que eu tinha me prometido que não mexeria no comprimento do meu cabelo até o casamento da mana. Porque, né, todo mundo diz que tem que fazer penteado bonito, ainda mais se você for madrinha e que cabelo longo é lindo e que zzzzzzzzzz... Cara, cansei dessa ladainha.

Vendo umas fotos minhas de pirralha, constatei que eu sempre fui feliz de cabelo curto, até quando estava naquela idade horrenda de transformação e chegaram a me confundir com um menino. Pois é. Sempre liguei o foda-se na cara da sociedade.

Então, me diz, para que cometer tamanha violência com o meu ser, só para agradar sei lá a quem ao ter um penteado bonito? E, melhor, quem é que foi que disse que penteados bonitos são só os de cabelo longo?

Essa coisa de moda ditada sempre me irritou e, se quer saber, se a vendedora pra me fazer comprar alguma coisa diz "está na moda, está todo mundo usando" e é o motivo que eu precisava para não usar.

Então hoje, depois de não aguentar mais aquele volume vindo não sei de onde, o nervoso de ter algo balançando na minha cabeça, me encaminhei ao cabeleireiro e disse: quero igual ao do Pê Lanza misturado com o Justin Bieber.

Hey.
Brincadeirinha, pára de pensar que enlouqueci.

Mas sim, o cabelo tá baixinho. Beeeemmm baixinho. Acho que tô com menos cabelo que o consorte. 

Enfim
Mas mesmo OK com o cabelo hoje não é um dia no qual eu me esteja sentindo bonita (releva, né, na rua desde as 6 da madrugada, já aturei pirralho, já fui comprar roupa na Cidade Imperial, já me joguei pros cafundós da Zona Oeste ... Tô nem me sentindo, pra ser exata), então, não consegui uma foto decente para mostrar para vocês.

O casamento da mana, como vai ser? Nada que um fascinator não resolva, Zuzu...

domingo, 12 de junho de 2011

E chega o dia...

... mais odiado pelos solteiros.

Daí que a gente começa aquele discurso todo de "é só uma data comercial", "isso não é o que quero pra mim", "não existe mais homem no mundo" e tudo acaba num pote de sorvete.

Enfim.
Todo mundo quer um amor, quer uma cara-metade, quer a alma gêmea, quer o outro lado da maçã e quer enfrentar fila em restaurante e em motel no dia 12 de junho. Por mais que diga que não, por mais que pregue a boa vida da solterice e berre aos quatro ventos para (se) convencer: "Solteira sim, sozinha nunca".

Não vou argumentar o que é válido ou não nesse discurso, nem dizer algo bem clichê do tipo "o homem certo vai aparecer na hora certa" e nem completar com "se precisa beijar muito sapo pra encontrar o príncipe encantado". Porque né, não acredito nem um pouco em hora certa e príncipe encantado tá escasso no mercado mundial nos dias atuais. 

O caso é que sim, acho que tem muita gente a beira do desespero e daí faz cada merda na busca do seu par que me deixa com vergonha alheia. Não vou dar nomes, exemplos, nem vou falar sobre casamentos de aparência, nem de festas colossais só pra dizer "eu tô podendo". Não, não, cada um sabe de si e do que precisa para ter uma pseudo-felicidade. Vou postar é dois textos que não são meus (óbvio!) mas que resumem o que eu penso dos relacionamentos. 

Um deles porque eu já vivi aquela relação que te sufoca de tantos "Eu te amo". Cara, pode me chamar de maluca (porque aceito, admito e um dia me trato) mas uma das frases que mais detesto é essa. Essas 3 palavrinhas mais me parecem uma cobrança do tipo "Eu te amo, então você tem que me amar de volta e fazer todo o que eu quero, porque eu te amo, então, é isso aí, você é meu e a gente vai ficar pra sempre juntos, porque eu te amo". Algo assim. Pois é.

O outro é porque, né, desculpem-me as românticas, mas amor puro e tão somente não basta. Não basta mesmo. Porque há contas para pagar. Há TPM. Há dias com engarrafamentos colossais e chefes filhos da puta. Porque o time perdeu o jogo de futebol e o mercado estava um inferno. Porque há dias em que se chega em casa embaixo de temporal e não tem luz e nada de banho quente. Porque a depilação não está em dia e o cabelo está precisando pintar. E se alguém vier me dizer que "apesar disso disso tudo, eu te amo", eu juro que mando ir tomar no cu sem pestanejar.

Então, vai lá. E, para completar, lá no final de tudo, o comercial da VIVO. Que já disseram que é cópia da ATL, que é batido e que é só marketing. Mas eu nem ligo.  Até pensei em passar pra VIVO. E até fui chamada de gay pelo Consorte porque chorei. Tive que lembrá-lo que sou menina, caralho.


Eu te amo não diz tudo
Arnaldo Jabor


            O cara diz que te ama, então tá! Ele te ama. Assunto encerrado. Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros. A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
            Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você quando for preciso.
            Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás, e vê-lo(a) tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ele(a) fica triste quando você está triste, e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d’água.
            Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão.
            Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
            Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
            Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
            Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
            Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!


Só o amor não basta
Artur da Távola                                                                                  

Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar.
Aos que pensam em voltar...
            Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O AMOR É ÚNICO, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
            A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, A SEDUÇÃO tem que ser ininterrupta...
            Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia SER ETERNA
            Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, RESPEITO. Agressões zero.
            Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver BOM HUMOR para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar.
            Amar só é pouco. Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.
            Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar "solamente", não basta.
            Entre homens e mulheres que acham que O AMOR É SÓ POESIA, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
            O amor é grande, mas não são dois. Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

            Um bom Amor aos que já têm!
            Um bom encontro aos que procuram!
            E felicidades a todos nós!



terça-feira, 31 de maio de 2011

Cabide Bazar - 3ª Edição

Gente, é isso!

Mana acabou curso, organizou a vida e conseguimos fechar a data do próximo Cabide Bazar. Vai ser na casa de Papis e de Mamis  (porque mana ainda mora aqui e eu não sei onde é que eu moro... haha)
(aumenta para ver melhor!) 

A Day vai colocar algumas fotos no blog do Cabide Bazar das peças que já temos em casa. Lembrando que, diferentemente das edições anteriores, teremos peças novas, ainda com etiqueta, com preços maravilhosos.

Maiores detalhes:

Blog                E-mail              Twitter                 Facebook

Ou então, fala comigo mesmo, no que der, eu ajudo.. 
=) 



segunda-feira, 30 de maio de 2011

No creo en las brujas...

... pero que las hay, las hay.

Bem, então. 

Sou eu, sem tirar nem por. Vai entender. E achei aqui. Passa lá que tem o seu signo também! =) 

As mulheres de Sagitário.

Se você chegar com um “Essa blusa tá feia?” Ela vai responder simplesmente que “Sim”. É muito capaz que quando você pergunte se ela te ama ela venha com um “Amo! Mas as vezes eu penso também se não seria melhor se fossemos amigos…”. Elas são tão sinceras que uma hora você vai desejar que elas mintam. Mas não se acanhe. Quando elas fazem um elogio ou algo do tipo, é mais especial do que o normal porque você sabe que ela está dizendo a verdade. É que ela enxerga o mundo tal como ele é, ainda que por trás das lentes cor-de-rosa. É de se admirar como as sagitarianas conseguem enxergar toda a dureza do mundo e ainda assim acreditar que tudo vai melhorar. Otimistas convictas!

Mas quem avisa amigo é: nunca as mande fazerem alguma coisa. Peça! Até a mãe dela tem dificuldade em mandar nessa mulher. Quem é você pra ser mais que a mãe dela né? Mas de vez em quando as sagitarianas gostam de fazer seus testes com as pessoas. Podem vir pra cima de você com algum deles e a pessoa terá que demonstrar que é firme no que diz. Eventualmente a língua das nativas de sagitário acaba se tornando sarcásticas demais e ai é preciso ter mão firme e dar uma de Tarzan.

Ela sente de acordo com a forma que age e pensa do jeito que fala. Sua maneira de ser e dizer acaba provocando mal-entendidos ao longo de sua vida, bagunçando seus sentimentos. Mas é muito provável que ninguém vá saber o que se passa com ela e todos acham que tudo está muito bem. Ela não vai falar mais sobre o assunto que a entristece até porque ela odeia ir até o âmago de qualquer questão que seja. As vezes é tarde demais para contornar uma situação.

No fundo as sagitarianas são aquelas crianças que acreditam em tudo. Tem uma forma ingênua de ver o mundo o que pode acabar tornando-as presas fáceis para os conquistadores de plantão. Seu cérebro certamente é ágil e lógico. Mas ele não tem qualquer ligação com o seu coração que é tão indefeso quanto sua mente é inviolável.

AH! E sabe aquelas meninas que vem chegando lindas e esplêndidas todas trabalhadas na câmera lenta e ai tropeça estabacada no chão? Pronto são elas. Até assim elas são encantadoras. O seu lado desastrado acaba se transformando uma espécie de espontaneidade avançada.

Mas no fim das contas a realidade é que elas têm profundas desconfianças de relacionamentos. Essa desconfiança, no entanto, não impede que ela seja do tipo que chora em filmes ou guarda todos os bilhetes que você já enviou pra ela. As mulheres de sagitário só precisam que você as deixe viver por si próprias, sem se sentir aprisionada. Em troca ela lhe oferecerá todo o seu amor sincero e idealista. Secretamente ela esconde o fato de que esteve esperando por você: alguém com um belo sonho que pegou em sua mão para guiá-la até as estrelas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Burguesinha

Daí que eu tenho aquele meu lado eternamente adolescente. Então, fui uma criança muito feliz e sempre quero relembrar a minha infância... #NOT.

hohoho

O caso é que eu tenho 2 mostradores do Champion Troca-pulseiras... E umas 15 pulseiras! =D De todas as cores e estilos... E também tenho um Mondaine que troca pulseiras. As cores são lindas, porque são metalizadas, mas a qualidade é bem inferior ao do Champion. Mas como foi troca de pontos do cartão de crédito, tá valento... hihihi

Bem, o caso é tenho alunas. Muitas, várias, centenas... E foram elas que disseram: Fêssoraaaa... Você sempre combina a sua roupaaaaaa... Com  o sapatoooo... 

E eu fiquei com cara de "quê?"  pois vejo What Not to Wear e sei que combinar não é o legal e sim o coordenar...

Enfim. O caso é que hoje eu descobri que, de uma maneira absurdamente involuntária, sim, eu combino as coisas! Eu quase pintei as unhas com a mesma cor da minha blusa - outro comentário delas...

Pois é.
Certas coisas são tão nossas que não há como negar... Então, para não cair no erro da combinação, dedico 5 minutinhos a avaliar muito bem as cores das coisas que vou vestir...

Mas não adianta.
Sei que não adianta.
Porque elas sempre vão achar alguma coisa, sempre acham.

=P

terça-feira, 8 de março de 2011

Enxaqueca, teu nome é Vaidade

Daí que o meu cabelo estava pedindo arrego e eu precisava dar um trato na juba com um profissional. Numa das clínicas que frequento tem um cabeleireiro com o qual eu fui com a cara - e isso é imprescindível para que o resultado seja decente, Zuzu. Porque o cara pode ser o Bam-Bam-Bam do ramo, se não bater os santos comigo, cara, não rola.

Bem, então, vamos lá.

Fiz o cabelo, ficou uma graça, daquelas que todo mundo comenta e as mulheres perguntam qual a tinta/cor/tratamento e afins que você fez para obter tal resultado.

Daí que mesmo quem não é nem um pouco vaidosa ou metidinha com a aparência fica toda TÁSSIA (com contribuição do Consorte, que me explicou que TÁSSIA = TÁ SSI Achando). Eu já sou meio tássia na vida real, né mesmo, imagina de cabelo novo.... ho-ho-ho...

Bem, depois de diversos elogios pelo mundo afora, momento crucial de ser elogiada num dos colégios que trabalho.

E eu já treinando na frente do espelho a cara de "ai, que é isso, gente, só dei uma arrumadinha...". Quando para o carro no estacionamento e...

PAUSA EXPLICATIVA:

Tem uma profa nova nesse colégio. Guria super legal, bonita, novinha, e que se veste a la Playmobil, digo, Melina. Lembra dela, Zuzu? Então. Mistura com aquela loirinha da novela TI-TI-TI:


Então, taí uma boa explicação pra professora em questão. Eu acho as roupas dela lindas, queria ter o preparo pra conseguir estar naquele salto e fazer aquela maquiagem antes das 7 da madrugada, mas Deus não me deu o dom.

E a profa em questão é loirão, sabe como é, cabelo no meio da cintura, loiro daqueles que chamam a atenção....

Resumindo: Ela, nem de longe, tem cara e estilo de professora.

FINAL DA PAUSA EXPLICATIVA

Daí que eu chego no colégio, paro o carro e.... e.... e a primeira coisa que eu vejo é a professora nova.... DE CABELO PRETO. Tipo, aquela mudança que até o mais desapercebido dos homens é capaz de notar, impossível de deixar passar e que ofusca qualquer outra coisa ao redor.

Pois é. O cabelo dela estava um arraso e era o comentário geral em todas as salas que eu entrei no dia....

E o meu?

Algo do tipo - somente dito DUAS VEZES (sim, vale ressaltar que foram só DUAS VEZES num universo de 200 seres):

 "Fessoraaa... você fez alguma coisa no cabelo? Tá meio diferente"....

¬¬
... então tá, né?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Voltando a ser eu.

Daí que estava eu lá, quieta no meu canto, quando me chega uma mulher e diz:

- Oi, tudo bem? É que minha amiga achou o seu cabelo lindo e queria saber qual é a cor, mas está com vergonha de vir perguntar...

Então.
Avisa lá que a ruiva voltou a ativa, meu povo!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Amigas

Aquelas que te fazem rir, até nos momentos mais improváveis... 


Digo que atraio loucos, inclusive nos blogs... Por isso que alguns já foram deixados de lado e por vezes já pensei em largar tudo de vez. Mas daí me lembro das amizades que fiz por esse mundinho virtual e vejo que o saldo é (muito) positivo.

Então, só tenho a agradecer a Deus por isso... Conheci a Fê, a Dani, a Engraçadinha...E esse final de semana foi a vez de conhecer a Maroca pessoalmente (finalmente!!). Amei de paixão a guria... E já voltei querendo saber quando é a próxima... 

*PS.: Eu tô morrendo de sono e não vou colocar os links agora não... Porque hoje foi o dia de sair com a Lu, amiga que por forças do destino e dessas curvas que os caminhos fazem, é minha nova gerente pessoal do banco.... Chiquê, né não, benhê? A pessoa vai pra esbórnia com a gerente... hahaha... 

terça-feira, 13 de julho de 2010

Novo vício

Porque, você sabe, né, Zuzu... Como eu sou uma pessoa super centrada e confiante, nem vou ligar se começarem a me chamar de adolescente tardia porque uso Champion Troca Pulseiras...

Saio cantando, feliz e contente, "Y soy rebelde, cuando no sigo a los demássss"

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pra que serve o dinheiro?

Ora, para que seria, Zuzu?

Para gastar.
E eu faço com uma maestria e uma dedicação de fazer inveja a qualquer burguesinha de plantão. Namorado já disse que ganhar 1 milhão para mim não é nada porque gastaria numa tarde no shopping. Fiquei pseudo-ofendida porque sou bastante realista. Considerei que, talvez, no final da tarde acabaria tendo que lanchar no Burger King, porque não sobraria pra mais nada digno.

Mas então.
O caso é que eu gosto de me vestir bem. Amo meus sapatos de montão. Adoro ter bolsas. Mas daí pular para a alucinação de pagar R$ 500,00 num vestido ou numa jaqueta ou quase 300 num peep toe é algo impensável para mim. Não é só pelo investimento que deveria ser feito (afinal, o que o dinheiro não compra, Master Card parcela), mas pelo insulto. Porque eu sei onde se pode comprar roupas de qualidade e bem mais em conta. E eu sei que se pode comprar sapatos de ótima qualidade e, se duvidar, do mesmo fornecedor, em lojas mais acessíveis. 

O caso é que tem pessoas que vestem marca. Que gostam de encher a boca para dizer que só veste dita marca. Bem, como meu passado é gordo, pobre de mim se só quisesse vestir alguma marca anoréxica específica. Teria cortado os pulsos há tempos.... 

Mas o passado gordo me ensinou algo muito valioso: há costureiras maravilhosas nesse mundo de meu deus. Então, se você quer algo, é só procurar uma dessas fadas que saíram diretamente do Conto da Cinderela. Não, não é fácil. Não, as realmente boas não serão precinho de banana - mas serão bem mais em conta que certos consertos feitos em shopping... E você não vai sentir que deixou um rim numa Folic da vida ou ficar com cara de tacho se perguntando em qual momento a Verty e a Mercatto e Afghan ficaram absurdamente carérrimas... 

Mas eu entendo... Entendo que há momentos na vida de uma pessoa que se deve fazer a loucura de entrar numa loja dessas e fazer a festa. Há momentos imperdíveis de promoções, é bem verdade. Aí eu perdôo - e entendo -  que se perca meio rim.

=) 

domingo, 6 de dezembro de 2009

MUDANÇAS DE PLANOS - CABIDE BAZAR II

Porque a vida é muito complicada, né, gente, ainda mais no final de ano.
O dia do nosso bazar MUDOU!
Será no dia 20/12 - DOMINGO - às 14h.

Maiores informações no banner aí debaixo!

E-mail para contato: cabidebazar@limao.com.br





quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Cabide Bazar. Eu participo, e você?

Crianças, estou fazendo um jabá em nome da família...

O problema é que eu nem sei explicar direito o que seria... Mas é o Cabide Bazar. O nome é autoexplicativo? Eu acho que sim... hahaha... Dá uma olhadinha no convite aí embaixo e fica por dentro dos detalhes...  Tem também o blog... Mas somos pessoas preguiçosas e ainda não tiramos foto de nada (pior, eu ainda tenho que SEPARAR o que vai pro bazar... Vixi... Vai ser um processo muito interessante... Aceito voluntários! =D )

Ah, sim!
Peço as amigas blogueiras que façam a divulgação em seus respectivos blogs!

Gracias, guapas!


(clique sobre a imagem para vê-la melhor)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Pra constar

E pra você ver, Zuzu, que meu blog é diarinho também:

Coisas sobre mim - que quero rever lá na frente e ver se continuo a mesma.

1) Paro no meio da rua pra tirar foto da paisagem. Foda-se se estou numa favela. E por vezes, nem paro. Foda-se se o motorista do carra de trás fica meio puto e piscando.

2) Sou obsessiva. Com tudo, inclusive com comida. No momento a obsessão são as tortas da Lecadô. Um horror. Só que aí eu enjoo. E passo tempos sem comer.

3) Bem, como dá pra ver, eu enjoo das coisas. Certas coisas, muito mais rápido. Triste isso. Vou perdendo o interesse... aí, la barca se fue...

4) Odeio ser obrigada a fazer coisas. Sempre vou dar uma desculpa pra não fazer. E já aprendi que a melhor forma de não fazer algo é dizendo que vou fazer o mais rápido possível. Entendeu? Então, é assim mesmo.

5) Não uso relógio. Acho lindo, vários deles... Até colocar no pulso... Aí perdem a graça e eu, o interesse (vide tópico 3). Mas, além disso, aquela coisa no meu braço me causa aflição, agonia ao extremo. Deve ser o lance dos prazos, sabe?

6) O relógio do rádio do meu carro fica adiantado exatamente 13 minutos. E eu me desespero quando o horário se adianta, como se eu realmente estivesse atrasada. Sim, é esquizôfrenia.

7) Esqueço de tomar tudo que é remédio. Menos o anticoncepcional. Esse, nunca. Tenho pavor de ficar grávida.

8) Não tenho paciência com as pessoas. Sobretudo se elas gritam o meu nome para chamar a minha atenção, ou ficam falando ao mesmo tempo que eu. Literalmente, meu sangue treme nas veias.

9) Sou curiosa. Absurdamente curiosa, daquelas que entram no Orkut alheio só pra ver o que fulaninho está fazendo, mesmo que eu não conheça o fulaninho, só porque alguém comentou alguma coisa. Por isso me revolta todas as travas do Orkut. Hunf. Porém, os dos amigos, que não estão travados, vou lá nas fotos e comento horrores... Mas o pior é que não faço aqueles comentários melosos ou elogiosos... Que nada! É sempre sacaneando mesmo.

10) Mas meu Orkut é todo travado. Tudo. Não fico por aí deixando qualquer vagabundo curioso ficar fuxicando as minhas coisas... Eu, hein, onde é que já se viu algo assim...


É o sono, cara pálida, é o sono... Mas quis fazer um post (que tentei que fosse engraçadin) pra você não perder o hábito de vir por aqui...

=)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

... daí que a minha irmã....

.... queria se esbaldar lá na rua Teresa. Mas ela é uma pessoa controlada. Tipo, vai lá e faz comprar anuais... Mas eu também sou assim, Zuzu! Faço compras anuais na rua Teresa! Quinzenalmente. Mas tudo bem.

Então. Só que como ela, milhões de cariocas tiveram a mesma idéia. Pois é. Trânsito intenso na serra. E carioca não sabe fazer curva. Estressante. Porque eles não podem ver um caminhão-cegonha que ficam com medinho e não ultrapassam. Mas também não vão para trás do caminhão. Tipo, "se eu não vou, você também não". Divertidíssimo. Mas depois de alguns xingamentos e pensando em como a vida pode ser injusta (porque tem gente que não sabe dirigir e tem um Corolla...), chegamos a nosso destino.

O bom de ser habitué naquelas bandas é que eu ganho desconto no estacionamento. Ninguém tem essas mordomias, mas eu tenho. É sério. Pode perguntar para qualquer pessoa quem consegue um desconto de R$4,00 em estacionamento por lá. Só eu... ho-ho-ho....

E eu fui de cicerone mesmo, porque, como vocês sabem, eu sou uma pessoa pobre no momento. Mas a minha irmã é a pessoa rica da relação agora. Tem até cartão de crédito, um luxo! E de todas as lojas nas quais entramos, ela comprou em todas praticamente. Tipo, uns 99%.

E estávamos lá na loja, quando tem uma senhourinha gordinha comprando roupas. Cara. Tem certas coisas que eu não entendo em gordo. Nada contra eles - não falo mal da minha própria espécie - mas alguns tem que aprender muitas coisas. Por exemplo, a senhora em questão: ela tinha, sei lá, 1,5m. E pesava, sei lá, uns 100 quilos. Ou noventa. Por aí. Parecia um bujãozinho... Ou queria parecer. Explico:

Esqueçamos, Zuzu, o peso da dita-cuja, qual é o tipo de saias que é proibido para pessoas com menos de 1,72m? Isso mesmo! Saias longas! Não dá, não rola! Amiga baixinha, uma saia no seu pé te tira, pelo menos, uns 10 cm! E a da gordita estava no pé. Falha 1.

Então, partamos para o problema em si: Amiga baixinha, se você também é gordinha, com o IMC beirando os 30/35, o que você não pode usar além de saias compridas? Isso mesmo! Blusas largas e compridas que parecem batas. Não póóóóóódeeeeee! Porque você fica parecendo um... botijãozinho de gás! Voilà! Viu como é fácil? Menos pra senhourinha em questão. Falha 2.

Aí, ela me coloca uma uma sandália rasteirinha, tipo chinelo... Do tipo "meu pé gordo e inchado não dá dentro de mais nada". Falha 3.

Tá, eu não gosto de rasteirinhas. Ainda mais desse tipo que você compra na Di Santinni - ou na Sonho dos Pés / Desejo dos Pé /Botanopé (dá tudo no mesmo, é tudo de judeu, e acho que dá mesma família) e que parecem chinelos (e não Havaianas! Porque Havaianas são um luxo... Na praia e na Europa!). Se tenho? Tenho sim, um monte. Tem uma no carro, inclusive. Porque uso na emergência. E é para isso que servem: emergência. Então, vou relevar. E achar que a gordita estava numa emergência. Mas gordas deveriam ser proibidas de usar esse tipo de sandálias. E, junto a isso, molecas, aquelas de pano que tem um elástico em cima. Me soa como algo do tipo "desisti de tudo e minha barriga não me deixa amarrar sapatos nem nada do gênero". Não nos entreguemos, gorditas!! Se chegou nesse estágio, está na hora de rever os conceitos!!

Enfim, a moça era bem simpática. E eu não dei esses toques de moda todos pra ela. Nem mandei que assistisse o Not to Wear. E, bom senso, é algo que não se vende...

Outro problema pras moçoilas gordas: achar roupas pra comprar. Pois é. É triste, Zuzu. Eu sei, pode ter certeza. Então... o que é que a guria faz quando acha uma roupa que dá nela? Isso mesmo! Compra pra estocar! Aí vai ter o mesmo modelo de diversas cores! Amiga... Não faça isso. Mesmo que seja uma mega-super-blaster-promoção. Porque todo mundo já repara em mulheres (aí, gordita ou não) e vai ver que a dita cuja só compra roupa em promoção... Não jogue o seu nome na lama! Você pode comprar as suas roupas lá no Saara, mas não deixe que ninguém perceba! Não faça como a Gisele Bunchen, que só usa regata e calça jeans quando está no dia-a-dia... Lembre-se: Você não é Gisele! Em você todo mundo vai reparar e dizer que você é desleixada! Regatinhas da TACO sem ser na praia, NÃO!

E o que a senhourinha fez??? Isso mesmo! Comprou 3 blusas iguais! Idênticas! Só mudando a cor!! E ela ficava como nela?? Como se fosse uma bata, quase no meio do joelho, melhor, no meio da saia longa que ela estava usando. E, dessa forma, ela diminuiu quantos centímetros??? Uns 20! Passei a me sentir o próprio Gulliver do lado dela... Porém, acho que tem salvação. Porque disse que iria levar a costureira e fazer bainha. Torci que ela o fizesse.

Bem, mas eu tenho outro problema além de ser gorda - a porra das pernas compridas. Tá, isso não é um problema em si. Não mesmo. Achar calças que fiquem verdadeiramente compridas é que é. Eu meio que desisti disso. Sério. Joguei a toalha. Foda-se se a bainha não deixa aparecer só 1cm do salto - que é o correto.

Foda-se nada. Porque eu não fico feliz. E aluno é bicho tão filho da puta que repara em tudo. Se aparece um pedaçinho do meu pé, eles vêem as minhas tatuagens. E pronto. Começa o quero ver, quero fazer, dói, como é que foi.

Sorte que eu, como boa gorda, achei uma fábrica de calças (eu não, namorado) e quando fui lá comprei... 3 calças iguais, só mudando a cor! =) .

hahahahahaha

Fácil falar, difícil fazer. Porém, deixe que eu me defenda, Zuzu:
(1) As calças cobriam verdadeiramente os meus pés. Eu tive que fazer bainha, até!;
(2) São de cores totalmente diferentes, então, nem dá pra ver a semelhança;
(3) Elas vestiram super bem - o que, por vezes, pode ser complicado, pois isso varia muito de confecção para confecção;
(4) Elas são de strech;
(5) Cada uma custou apenas R$10,00. Não. Não está errado. Foi somente DEZ REAIS.

Sentiu a diferença?
Então.

Voltando.
Eu adoro fazer compras. Eu nasci pra essa vida. E as pessoas reclamam que quando saem comigo gastam demais. Como se eu obrigasse com que elas assinassem algum cheque, ou passassem algum cartão... Mas deve ser verdade. Tive a prova quando encontrei com uma professora da UERJ - com a qual não tinha sequer muito contato - no shopping e a convenci a gastar uns R$100,00 em produtos Vichy para limpeza do rosto. Pois é. Eu devia ser personal style. Como diz a minha irmã, todo mundo tem que ter uma segunda profissão. Então. Eu devo estar deixando a sorte passar e não me dando conta...

E minha irmã, depois de gastar baldes de dinheiro com roupas - pelo menos não vou mais precisar ficar tirando fotos e mandando para que ela escolha o vestido que quer que eu compre, visto que comprou uns 3... - me rogou uma praga por ter gasto tanto dinheiro e foi comprar bijuterias.

Deixe-me contar uma particularidade minha, Zuzu: Se você me coloca, sei lá, numa farmácia e eu tenho que comprar uma NEOSALDINA, a caixa pode estar do meu lado e eu não vou vê-la. Com certeza vou pedir a ajuda de alguém. Porém... Se você me coloca diante de diversos cordões, diversos brincos, diversos-qualquer-coisa-fútil, pode ter certeza que eu vou achar o que eu quiser. Eu vou ver o sapato mais lindo, escondido atrás de tudo. A blusa com a estampa mais perfeita que estiver dobrada numa prateleira. E a minha irmã quase me matou por causa de um cordão que eu achei e ela cismou que queria. E sei lá porque isso. Porque ela sempre cata minhas roupas, sapatos, bolsas, cordões... Porque sigo um lema fiel, Zuzu: gorda sim, mal vestida nunca. Mas isso tem um motivo, nem sempre foi assim... Mas chega. Escrevi demais sobre nada. E essa história fica pra depois.

=)