sábado, 7 de abril de 2012
Ah, essa Internet...
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Daquelas coisas...
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Mini-Fazenda
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Sem penas
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Música do Dia!
terça-feira, 12 de abril de 2011
{Ode aos Amigos}
Que o mundo acaba antes da próxima curva.
Ou então, passa a acreditar nisso.
Por comodidade.
Por incapacidade.
Por medo.
Então, aceita.
Aceita a vida pequena,
Aceita não seguir seus sonhos.
Aceita e repete: "sou feliz assim,
tenho tudo o que sempre quis".
E ri.
E diz a todos,
Canta a todos,
Grita todos,
A pseudo-felicidade.
E acha que ao repetir tanto,
Ao crer em tais planos,
Achar que é amor o que tem,
Que o amor próprio não é o mais importante,
Que consegue o auto-engano.
Mas a noite,
Depois que todos partem,
Depois que a vida não é mais teatro,
Depois que não tem mais a quem convencer,
Deita e chora
Pela verdadeira vida que tanto almeja
Mas que sabe que não poderá ter.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Música de Sexta
But we're never gonna survive, unless we get a little crazy
No we're never gonna survive, unless we are a little...
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Da mentira que eles contam...
A mitomania é a tendência patológica mais ou menos voluntária e consciente para a mentira. Normalmente, as mentiras dos mitomaníacos estão relacionadas a assuntos específicos, porém podem ser ampliadas e atingir outros assuntos em casos considerados mais graves . Uma menina cujo pai é violento, por exemplo, pode começar a inventar para as colegas como sua relação com o pai é boa e divertida, contando sobre passeios e conversas que nunca existiram. Justamente pelos mitômanos não possuírem consciência plena de suas palavras, os mesmos acabam por iludir os outros em histórias de fins únicos e práticos, com o intuito de suprirem aquilo de que falta em suas vidas. É considerada uma doença grave, necessitando o portador dela de grande atenção por parte dos amigos e familiares.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Decidindo
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Pronto
segunda-feira, 6 de abril de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009

quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Fechando Ciclos
E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão. "
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Acostumar-se
Pois é.
Acho que é o caso da mulher desse cara do post anterior. A idéia de estar casada com alguém faz com que ela aguente tudo vindo dele - até as porradas. Porque estavam os dois lá na janela. Ele mandando beijos pros passarinhos (literalmente) e ela acompanhando como se fosse a coisa mais normal do mundo um cara de 40 anos que não trabalha e é sustentado sei lá por quem. Ao que tudo indica, ela se acostumou a essa vida - a ficar a sombra de alguém que não lhe dá atenção mas que dá a falsa sensação de "pertencer a alguém". Não sou feliz, mas tenho marido. Sabe como é, né mesmo, Zuzu? Pessoas que querem simplesmente bater no peito e dizer que são namorada/noiva/esposa dos seres mais grotescos que possam existir.
Ou, sei lá, pode ser amor mesmo. O caso é que o ser em questão não se cuida, se largou, não tem uma peça de roupa que combine com outra (sério, usa aqueles shorts de lycra e aqueles chinelos plataforma pra sair. Não, ela não tem corpo pra usar nada de lycra. Absolutamente nada), não pinta cabelo, não faz as unhas nem as sombrancelhas (eu não sei escrever essa palavra. Se estiver errada, pode avisar!). Mas ela tem marido. Que bate e grita. Que não trabalha. Mas ela pode dizer na esquina, enchendo bem os pulmões e articulando cada sílaba "o meu marido". Porque ela se acostumou. Porque há essa tendência a se acostumar a tudo nessa vida. Porque ela não deve suportar-se só - porque se estiver só é porque ninguém a ama... Porque ela não se ama. Então, ela se acostuma. Se acostuma a mentir, a fingir e a achar que tudo vai indo muito bem. Se anula. Mas tem marido, ora bolas! E eu sou a vizinha invejosa que tenho que trabalhar para comprar sapatos e me acabar na rua Teresa...
quinta-feira, 10 de abril de 2008
E somos desesperadamente humanos.
Te deseo primero que ames,
y que amando, también seas amada.
Y que, de no ser así, seas breve en olvidar
y que después de olvidar, no guardes rencores.
Deseo, pues, que no sea así, pero que sí es,
sepas ser sin desesperar.
Te deseo también que tengas amigos,
y que, incluso malos e inconsecuentes
sean valientes y fieles, y que por lo menos
haya uno en quien confiar sin dudar
Y porque la vida es así,
te deseo también que tengas enemigos.
Ni muchos ni pocos, en la medida exacta,
para que, algunas veces, te cuestiones
tus propias certezas. Y que entre ellos,
haya por lo menos uno que sea justo,
para que no te sientas demasiado segura
Te deseo además que seas útil,
más no insustituible.
Y que en los momentos malos,
cuando no quede más nada,
esa utilidad sea suficiente
para mantenerte en pie.
Igualmente, te deseo que seas tolerante,
no con los que se equivocan poco,
porque eso es fácil, sino con los que
se equivocan mucho e irremediablemente,
y que haciendo buen uso de esa tolerancia,
sirvas de ejemplo a otros.
Te deseo que siendo joven no
madures demasiado de prisa,
y que ya madura, no insistas en rejuvenecer,
y que siendo vieja no te dediques al desespero.
Porque cada edad tiene su placer
y su dolor y es necesario dejar
que fluyan entre nosotros.
Te deseo de paso que seas triste.
No todo el año, sino apenas un día.
Pero que en ese día descubras
que la risa diaria es buena, que la risa
habitual es sosa y la risa constante es malsana.
Te deseo que descubras,
con urgencia máxima, por encima
y a pesar de todo, que existen,
y que te rodean, seres oprimidos,
tratados con injusticia y personas infelices.
Te deseo que acaricies un perro,
alimentes a un pájaro y oigas a un jilguero
erguir triunfante su canto matinal,
porque de esta manera,
sentirás bien por nada.
Deseo también que plantes una semilla,
por más minúscula que sea, y la
acompañes en su crecimiento,
para que descubras de cuantas vidas
está hecho un árbol.
Te deseo, además, que tengas dinero,
porque es necesario ser práctica,
Y que por lo menos una vez
por año pongas algo de ese dinero
frente a ti y digas "Esto es mío".
sólo para que quede claro
quién es el dueño de quién.
Te deseo también que ninguno
de tus defectos muera, pero que si
muere alguno, puedas llorar
sin lamentarte y sufrir sin sentirte culpable.
Te deseo por fin que, siendo mujer,
tengas un buen hombre,
mañana y al día siguiente, y que cuando
estén exhaustos y sonrientes,
hablen sobre amor para recomenzar.
Si todas estas cosas llegaran a pasar,
no tengo más nada que desearte.
terça-feira, 8 de abril de 2008
... e ainda no plágio descarado...
O que for a profundeza do
teu ser, assim será teu desejo.
O que for o teu desejo,
assim será tua vontade.
O que for a tua vontade,
assim serão teus atos.
O que forem teus atos,
assim será teu destino.
*Brhad Aranyaka Upanishad *
sexta-feira, 21 de março de 2008
Música - Parte 2
Enfim...
A música:
A lista
Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você
sábado, 8 de março de 2008
Porque eu não celebro o 8 de março.
Coisa complexa para a minha pessoa, e só me dou conta disso nesse momento. Porque eu não sou feminista, acho que nunca fui. Acho muito legal essa coisa de ser dondoca e ficar dentro de casa, de ter alguém pra fazer tudo por mim e me paparicar, não ter que gastar meu rico tempo trabalhando para me sustentar. Sim, eu queria ser sustentada e ponto final. Que o trabalho fosse hobby.
Isso é coisa de mulherzinha?
Não acho que seja, mas acho que vai contra esse feminismo pregado por aí. E que acabou com a mulher, por assim dizer. Porque depois que se queimaram sutiãs, as mulheres passaram a ser reconhecidas como seres pensantes que podem votar... E meio que ficou nisso, sabe? Porque muitas continuam ganhando menos que os homens, são elas que têm que cuidar da casa, dos filhos, dos maridos, das compras do supermercado e ainda têm que dividir despesas da casa. Ei, peraê. Cadê igualdade? Isso é igualdade? Chegar em casa e ainda ter que se preocuparse as coisas estão em ordem, se as contas foram pagas, se o filho foi suspenso do colégio...? Porque só chegam até os homens tais problemas quando nós, mulheres, não damos conta. E ainda se corre o risco de ouvir um “isso é problema de mulher”. Pois é. Continua existindo “problemas de mulher” mas, por causa do feminismo torto que se propagou por aí, não há mais “responsabilidade dos homens”.
É igual bater punho fechado em ponta de faca. Porque nós não somos iguais. Simplesmente isso. Há que se encarar a realidade de frente para que possamos transformá-la – ou adequá-la, pelo menos – ao que queremos.
Dizer que foi por causa da revolução na década de 60 que as mulheres passaram a ter “direitos” acho que é exagero. Queimar sutiãs foi legal... Mas eles continuam sendo usados em todo o mundo, o que indica que a peça não é mesmo um estigma de tortura. Eu teria outros nomenclaturas interessantes para ele... Mas tudo bem, não faz parte da idéia central do post.
Desculpa, mas eu realmente não vejo “vitória feminina” em uma mulher dirigindo um ônibus. Eu vejo é um desrespeito às mulheres, isso sim. Porque é um trabalho duro, cruel, estressante e arriscado, ao qual uma mulher não deveria ter que ser sujeitar. Ah, sim. Na verdade, acho que o trabalho em si deveria ser reavaliado, porque é desumano alguém ter que ficar até 12 horas dirigindo algo tão incômodo e com salários tão baixos. É uma derrota da espécie homo sapiens, isso sim.
A revolução feminina não aconteceu. O que há é uma adequação a realidade do mundo atual – porque as mulheres estudam mais, portanto são mais preparadas, por isso estão conseguindo chegar em postos superiores nas empresas, entretanto isso não diz que elas têm os mesmos direitos e deveres – afinal das contas, continuam tendo que tocar a casa, cuidar dos filhos, marcar consultas médicas, fazer lista de compras e contratar empregadas.
O que eu defendo?
Alguém para me sustentar, isso sim. Alguém que pague as minhas idas ao salão de beleza, meus cremes, meus sutiãs e meus luxos. E que para isso eu não tenha que me matar no trabalho por 10 horas, mais duas horas no trânsito e ainda ter que chegar em casa e descobrir que não tem nada na geladeira, que a empregada faltou e o marido ainda não chegou porque estava muito estressado e foi beber com os amigos.
Éramos felizes e não sabíamos?
Não sei, eu não tenho esse saudosismo. Só acredito que deturparam tudo.
E mais uma vez reafirmo, não quero igualdade. Eu não quero ser considerada capaz de discutir futebol, não quero ser considerada capaz de dirigir como um homem, não quero ter a oportunidade de fazer os mesmos trabalhos que os homens. Por simples motivos: não gosto de futebol (e há homens que também não gostam, então não ligue isso ao meu sexo, por favor); quero dirigir como eu dirijo e ponto final – e, acreditem, há homens que dirigem mal pra kct e mulheres que dirigem maravilhosamente bem; e não, decididamente eu não quero fazer trabalhos de homens – porque eu não nasci pra levantar prédios e dirigir ônibus, assim como não nasci para cozinhar.
Não acredito na igualdade dos sexos.
Acredito – e defendo – nas diferenças e no respeito pelas escolhas.
E é isso que prego.
É isso que celebro.
terça-feira, 4 de março de 2008
E seria amor?
Quando se muda, dos pés à cabeça, se mudam os hábitos, os trejeitos, as modas por causa de alguém... Seria amor?
Quando se passa por cima de seus próprios ideais, se infringem as suas próprias regras por causa de terceiro... Seria amor?
Quando se aceita erros contínuos - digo contínuos porque todo mundo é capaz de errar algumas vezes. O problema está, realmente, na periodicidade -, quando se aceita agressões e torturas por dizer que é aquele o pré-destinado... Seria amor?
Quando se implora por carinho e atenção, quando se dá muito mais do que se recebe e se usa a desculpa "é o jeito dele, mas sei que ele me ama", mesmo que ele nunca demonstre... Seria amor?
Quando se quer estar junto, quando se anula para o mundo, quando a opinião é baseada no que outro pensa, quando não se faz nada se o outro não permite... Seria amor?
Quando se joga de cabeça num precipício, quando se fecha os olhos para os erros, os ouvidos para as agressões e a boca para a defesa... Seria amor?
